Transmitir conhecimentos e sabedorias também é um ato de amor. Acompanhe alguns momentos em que aprendemos e ensinamos, aproveitando lições do Mestre de Nazaré e da doutrina espírita, desenvolvendo também temas sobre ética e valores morais. A maioria desenvolvida com as crianças da instituição Viva Vida Kardec, na cidade Recanto das Emas- DF entre 2010 até 2017
Faltando uma semana para o Natal, hoje o dia na evangelização foi diferente.
Aproveitamos para agradecer a Deus todas as coisas boas que vivemos, que tivemos e que aprendemos.
Agradecer a saúde e a família.
Também agradecemos as coisas difíceis que enfrentamos nesse ano, pois depois de conseguirmos passar por eles nos tornamos fortes.
E pedimos a Deus que continuemos no ano que vem aprendendo e nos tornando cada vez mais felizes.
Como atividades as crianças pintaram ilustrações sobre o Natal de Jesus:
Sugestões:
Encerramos a 1ª temporada da Mala de Leitura, premiando a todos que entraram nessa viagem em rumo ao mundo da leitura.
Sorteamos joguinhos doados á instituição durante o ano e o tão desejado ursão!
Foto by Rayane Lopes
As crianças amaram!
Encerramos o dia assim: com muita alegria em nossos corações e desejos de um ano novo cheio de amor e paz para todos nós!!!
Vocês sabem a história dos três Reis Magos que viajaram do Oriente para Belém para adorar a Jesus e lhe ofertar as dádivas de ouro, incenso e mirra?
Vou-lhes contar a história do quarto Rei Mago que também viu a estrela e resolveu segui-la e do seu grande desejo de adorar o Rei Menino e Lhe oferecer as suas prendas.
Ele morava nas montanhas da Pérsia e o seu nome era Artaban. Era alto, moreno, de olhos bem escuros: a fisionomia de um sonhador, a mente de um sábio. Um homem de coração manso e espírito indominável.
Era um homem de posses. A sua moradia era rodeada de jardins bem tratados com árvores de frutas e flores exóticas. Suas vestes eram de seda fina e o seu manto da mais pura lã. Era seguidor de Zoroastro e numa noite se reuniu em conselho com nove membros da mesma seita. Eram todos sábios!
Artaban lhes falou sobre a nova estrela que vira e o seu desejo de segui-la. Disse-lhes: "- Como seguidores de Zoroastro aprendemos que os homens vão ver nos céus, em tempo apontado pelo Eterno, a luz de uma nova estrela e nesse dia, nascerá um grande profeta e Ele dará aos homens a vida eterna, incorruptível e imortal, e os mortos viverão outra vez! Ele será o Messias, o Rei de Israel."
E continuou:
"- Os meus três amigos Gaspar, Melchior, Baltazar e eu, vimos a grande luz brilhante de uma nova estrela há vários dias e vamos sair juntos para Jerusalém para ver e adorar o Prometido, o Rei de Israel. Vendi a minha casa e tudo o que possuo e comprei estas jóias: uma safira, um rubi e uma pérola para oferecer como tributo ao Rei. Convido-os para virem comigo nesta peregrinação para juntos adorarmos o Rei!"
Mas um véu de dúvida cobriu as faces de seus amigos: "- Artaban! Isso é um sonho em vão. Nenhum rei vai nascer de Israel! Quem acredita nisso é um sonhador!" E um a um, todos o deixaram. "- Adeus amigo!"
Artaban pesquisando os céus viu de novo a estrela. "- É o sinal!" Disse ele. "- O Rei vai chegar e eu vou encontrá-Lo."
Artaban preparou o seu melhor cavalo, chamado Vasda, e de madrugada saiu ás pressas, pois, para encontrar no dia marcado com Gaspar, Melchior e Baltazar, que já estavam a caminho, ele precisava cavalgar noite e dia. Já estava escurecendo e ainda faltavam mais ou menos três horas de viagem para chegar ao sítio de encontro e ele precisava estar lá antes de meia noite ou os três Magos não poderiam demorar mais à sua espera!
"- Mas, o que é isto?" Na estrada, perto de umas palmeiras, o seu cavalo Vasda, pressentindo alguma coisa desconhecida, parou resfolegando, junto a um objeto escuro perto da última palmeira.
Artaban desmontou. A luz das estrelas revelou a forma de um homem caído na estrada. Um pobre hebreu entre os muitos que moravam por perto. A sua pele estava seca e amarela e o frio da morte já o envolvia. Artaban depois de examiná-lo deu-o por morto e voltou-se com um coração triste pois nada podia fazer pelo pobre homem.
"- Mas o que foi isto?" Um suspiro fraco, e a mão óssea do hebreu fechou-se consultivamente no manto do sábio! Artaban, surpreso, sentiu-se frustrado! "- Que devo fazer? Se me demorar, os meus amigos procederão sem mim. Preciso seguir a estrela! Não posso perder a oportunidade de ver o Príncipe da Paz só para parar e dar um pouco de água a um pobre hebreu nas garras da morte!"
"- Deus da Verdade e da Pureza, dirige-me no teu caminho santo, o caminho da sabedoria que só Tu conheces!" E Artaban carregou o hebreu para a sombra de uma palmeira e tratou-o por muitos dias até que ele se recuperou.
"- Quem és tu?" perguntou ele ao Mago. "- Sou Artaban e vou a Jerusalém à procura Daquele que vai nascer: O Príncipe da Paz e Salvador de todos os homens. Não posso me demorar mais, mas aqui está o restante do que tenho: pão, vinho, e ervas curativas." O hebreu erguendo as mãos aos céus lhe disse: "- Que o Deus de Abraão, Isaac e Jacó o abençoe; nada tenho para lhe pagar, mas ouça-me: Os nossos profetas dizem que o Messias deve nascer, não em Jerusalém mas em Belém de Judá."
Assim, já era muito mais de meia-noite e vários dias mais tarde quando Artaban montou de novo o seu cavalo Vasda e num galope rápido prosseguiu ao encontro de seus amigos.
Aos primeiros raios do sol, checou ao lugar do encontro. Mas... onde estavam os três Magos? Artaban desmontou e ansioso, estudou todo o horizonte. Nem sinal da caravana de camelos dos seus amigos! Então entre uma pilha de pedras achou um pergaminho e a mensagem: "- Não pudemos esperar mais, vamos ao encontro do Rei de Israel. Siga-nos através do deserto."
Artaban sentou-se e cobriu a cabeça em desespero! "- Como posso atravessar o deserto sem ter o que comer e com um cavalo cansado? Tenho mesmo que regressar à Babilônia, vender a minha safira e comprar camelos e provisões para a viagem. Só Deus, o misericordioso, sabe se vou encontrar o Rei de Israel ou não, porque me demorei tanto ao mostrar caridade."
Artaban continuou a via pelo deserto e finalmente chegou em Belém, levando o seu rubi e a sua pérola para oferecer ao Rei. Mas as ruas da pequena vila, pareciam desertas. Pela porta aberta de uma casinha pobre, Artaban ouviu a voz de uma mulher cantando suavemente. Entrou e encontrou uma jovem mãe acalentando o seu bebê.
Três dias passados ela lhe falou sobre os três Magos que estiveram na vila a que disseram terem sido guiados por uma estrela ao lugar onde José de Nazaré, sua esposa Maria, e o seu bebê Jesus estavam hospedados. Eles trouxeram prendas de ouro, incenso e mirra para o menino. Depois, desapareceram tão rapidamente quanto apareceram. E a família de Nazaré também saiu à noite, em segredo, talvez para o Egito.
O bebê nos seus braços olhou para o rosto de Artaban e sorriu estendendo os braçinhos para ele. "Não poderia essa criança, ser o Príncipe Prometido? Mas não! Aquele que procuro já não está aqui e eu preciso encontrá-lo no Egito!"
A Jovem mãe colocou o bebê no berço e preparou um almoço para o estranho hóspede que veio à sua casa. Subitamente, ouviu-se uma grande comoção nas ruas: gritos de dor, o chorar de mulheres, tocar de trombetas e o clamor: "- Soldados! os soldados de Herodes estão matando as nossas crianças!"
A jovem mãe, branca de terror escondeu-se no canto mais escuro da casa, cobrindo o filho com o seu manto para que ele não acordasse e chorasse.
Mas Artaban colocou-se em frente à porta da casa impedindo a entrada dos soldados. Um capitão aproximou-se para afastá-lo. A face de Artaban estava calma como se estivesse observando as estrelas. Fitou o soldado um instante e lhe disse: "- Estou sozinho aqui, esperando para dar esta joia ao prudente capitão que vai me deixar em paz." E mostrou o rubi brilhando na palma da sua mão como uma grande gota de sangue.
Os olhos do capitão brilharam com o desejo de possuir tal joia! "- Marchem, Avante!" Gritou aos seus soldados. "- Não há criança aqui!" E Artaban olhando os céus orou: "- Deus da Verdade, perdoa o meu pecado! Eu disse uma coisa que não era, para salvar uma criança. E duas das minhas dádivas já se foram. Dei aos homens o que havia reservado para Deus. Poderei ainda ser digno de ver a face do Rei?"
E Artaban prosseguiu na sua procura entre as pirâmides do Egito, em Heliopólis, na nova Babilônia às margens do Nilo...
Numa humilde casa em Alexandria, Artaban procurou o conselho de um velho rabi que lhe falou das profecias e do sofrimento do Messias prometido e receitado pelos homens. "- E lembre-se, meu filho: o Rei que procuras não o vais encontrar num palácio ou entre os ricos e poderosos. Isto eu sei: os que o procuram devem fazê-lo entre os pobres e os humildes, os que sofrem e são oprimidos."
E Artaban passou por lugares onde a fome era grande. Fez a sua morada em cidades onde os doentes morriam na miséria.
Visitou os oprimidos nas prisões subterrâneas, os escravos nos mercados de escravos... Em toda a população de um mundo cheio de angústia ele não achou ninguém para adorar, mas muitos para ajudar! Ele alimentou os que tinham fome, cuidou dos doentes, e confortou os prisioneiros...
E os anos passaram... 33 anos. E os cabelos de Artaban já não eram pretos, eram brancos como a neve nas montanhas. Velho, cansado e pronto para morrer, era ainda um peregrino à procura do Rei de Israel e agora em Jerusalém onde havia estado muitas vezes na esperança de achar a família de Belém.
Os filhos de Israel estavam agora na cidade santa para a festa da Páscoa do Senhor e havia uma agitação e excitamento singular. Vendo um grupo de pessoas da sua terra, Artaban lhes perguntou o que se passava e para onde o povo se dirigia.
"- Para o Gólgota!" lhe responderam, "- ...pois não ouviste? Dois ladrões vão ser crucificados e com eles, um homem chamado Jesus de Nazaré, que dizem, fez coisas maravilhosas entre o povo. Mas os sacerdotes exigiram a sua morte, porque disse ser o Filho de Deus. Pilatos O condenou a ser crucificado porque disseram ser Ele o Rei dos Judeus."
"Os caminhos de Deus são mais estranhos do que o pensamento dos homens," pensou Artaban. "Agora é o tempo de oferecer a minha pérola para livrar da morte o meu Rei!" Ao seguir a multidão em direção ao portal de Damasco, um grupo de soldados apareceu arrastando uma jovem moça com vestes rasgadas e o rosto cheio de terror.
Ao ver o mago, a jovem reconheceu-o como da sua própria terra e libertando se dos guardas atirou-se aos pés de Artaban: "- Tenha piedade!...", ela implorou... e pelo Deus da pureza, salva-me! Meu pai era mercador na Pérsia, mas faleceu e agora vão me vender como escrava para pagar seus débitos! Salva-me!"
Artaban tremeu. Era o velho conflito da sua alma entre a fé, a esperança e o impulso do amor. Duas vezes as dádivas consagradas foram dadas para a humanidade. E agora? Uma coisa ele sabia: "- Salvar essa jovem indefesa era um gesto de amor. E não é o amor a luz da alma?"
Ele tirou a pérola de junto ao seu coração. Nunca ela pareceu tão luminosa! Colocou-a na mão da jovem mulher: "- Este é o teu pagamento, o último dos tesouros que guardei para o Rei!"
Enquanto ele falava uma escuridão profunda envolveu a terra que tremeu consultivamente! Casas caíram, os soldados fugiram, mas Artaban e a moça protegeram-se de baixo do telhado sobre as muralhas do Pretório.
"- O que tenho a temer," pensou ele, ...e para quê viver? Não há mais esperança de encontrar o Rei, a procura terminou, eu falhei." Mas mesmo esse pensamento lhe trouxe paz pois sabia que viveu dia a dia da melhor maneira que soube. Se tivesse que viver de novo a sua vida não poderia ser de outra maneira.
Mais um tremor de terra e uma telha desprendeu-se do telhado e feriu o velho Mago na cabeça. Repousou no chão e deitou a cabeça nos ombros da jovem com o sangue a escorrer do ferimento.
Ao debruçar-se sobre ele, ela ouviu uma voz suave, como música vindo à distância. Os lábios de Artaban moveram-se como em resposta e ela escutou o que o velho Mago disse na sua própria língua: "- Não meu Senhor! Quando Te vi com fome e te dei de comer? Ou com sede e Te dei de beber? Ou quando Te vi enfermo ou na prisão e fui te ver? Por 33 anos eu Te procurei, mas nunca vi a Tua face, nem Te servi meu Rei!"
E uma voz suave veio, mas desta vez dos céus. A jovem também compreendeu as palavras.
"- Em verdade, em verdade vos digo que quando fizeste a um destes meus irmãos a mim o fizeste!"
Uma alegria radiante iluminou a face calma de Artaban.
Um suspiro longo e aliviado saiu de seus lábios.
A viagem para ele havia terminado.
O quarto Mago, Artaban, compreendeu que havia encontrado o seu Rei durante toda a sua vida!
Jesus não havia nascido ainda, quando Maria e José tiveram que ir a um lugar muito distante de onde moravam. O governo queria saber quantas pessoas havia em seu país. E para fazer a contagem mandou que todos se apresentassem aos contadores. Por isso, Maria e José viajaram para Belém da Judeia, quando Jesus estava para nascer.
Maria ia sentada em um burrinho.
Andaram, andaram, ... Até que chegaram à Belém da Judeia.
A viagem foi difícil e longa. Muito cansados, começaram a procurar um lugar pra ficar.
Jesus não demoraria a nascer.
Maria e José, pai de Jesus, ficaram muito preocupados.
Mas continuaram procurando. Encontraram uma estrebaria lugar onde se recolhem os animais durante a noite.
Maria e José entraram na estrebaria e ali esperaram a chegada de Jesus.
A noite estava linda! As estrelinhas brilhavam no céu. Os animais estavam quietinhos, quietinhos...
De repente, Jesus nasceu. Era um menininho lindo, lindo!
Maria e José ficaram muito felizes.
Os animais também ficaram felizes.
- Mu...mu...fazia a vaquinha
-Mé... Mé... Faziam as ovelhinhas.
-Hirroh...hirroh... Fazia o burrinho.
Jesus recebeu várias visitas. Os pastores, homens que cuidavam das ovelhas no campo, foram vê-lo. Os magos, que eram homens ricos, também foram ver Jesus e levaram presentes.
E todos - Maria e José, os pastores, os magos, os animaizinhos- estavam muito felizes com o nascimento de Jesus.
Devido aos acontecimentos que ocorreram no Brasil, Ziraldo autor do livro O menino do Rio Doce, disponibilizou o livro na internet para que os professores trabalhassem com seus alunos os acontecimentos.
Então eu contei a história adaptada para as crianças da evangelização, utilizando cenário de cartolina, as personagens e objetos que se encontram na história, feitos também de cartolina.
Quem puder ter o livro, ou mesmo imprimir as figuras vale a pena pois as ilustrações de bordados são lindas feitas por uma família de Pirapora, a família Dumont.
Infelizmente esse mesmo rio está doente. Devido a uma tragédia acontecida na barragem de dejetos de uma mineradora em MarianaM.G. Muitas casas foram destruídas, animais e pessoas morreram, muitas pessoas ainda estão desaparecidas...
No rio, milhares de peixes morreram, alguns talvez já estejam extintos...
Esses acontecimentos tristes para serem resolvidos demandarão de muito tempo, muito esforço de todos, boa vontade e solidariedade.
Muitas pessoas se empenharam para ajudar as famílias que ficaram desabrigadas, doentes e até sem água. Por todo o país tiveram campanhas para ajudar.
Quem não pôde ajudar materialmente, se uniu a outras pessoas em correntes de oração, pedindo a Deus e aos bons espíritos ajuda para essas pessoas, por nosso país, pela recuperação do Rio Doce.
Atividade:
Cada criança deverá fazer um desenho do Rio Doce, saudável, sem sujeiras, recuperado!
Três borboletas voavam alegres de flor em flor num jardim. De repente, caiu uma chuva forte.
As borboletas corriam para todos os lados a procura de um abrigo quando viram uma linda orquídea amarela onde poderiam pousar.
A borboleta amarela aproximou-se e falou:
BORBOLETA AMARELA: Amiga orquídea podemos nos abrigar na sua corola até passar a chuva?
ORQUIDEA: Nada disso! Não sou guarda-chuva! Não vê que sou uma flor rara? Procurem outro lugar. O problema é de vocês.
As borboletas levaram um susto com a agressividade da orquídea. Voaram para longe até que viram um lírio muito branco
BORBOLETA BRANCA: Sr. Lírio Branco poderíamos nos abrigar na sua corola até passar a chuva?
LIRIO: - Você pode porque é da minha cor. As outras borboletas não! Não me misturo!
Borboleta branca: - Então nada feito! Só ficaremos juntas. Ao lado do lírio havia linda Petúnia e as borboletas aproveitaram para perguntar:
Amiga Petunia, poderíamos nos abrigar na sua corola ate passar a chuva?
PETÚNIA: - Claro que sim. Vou procurar abrir um pouco mais a minha flor para abrigar vocês três. Que alegria ser útil!
BORBOLETAS:- Obrigada, obrigada...
Quando as borboletas iam voar para a Petúnia, a chuva passou e o Sol bem forte apareceu, secando as asas das borboletas enquanto voavam.
Elas não precisaram mais abrigar-se na Petúnia,mas uma grande amizade surgiu a partir daquele momento. E as borboletas pousaram ao lado da petúnia...
Sejamos assim, como a petúnia. Oferecendo suas pétalas e recebendo em troca amizade sincera!
Será que nós todos estamos ligados? Será que algo feito por mim pode fazer diferença pra outra pessoa? Se todo mundo resolver jogar o lixo no chão. O que pode acontecer? ... Mas em compensação se todo mundo resolver fazer algo bom para alguém? O que pode acontecer? ... Vamos pensar sobre isso, ouvindo a seguinte história:
No dia do professor, vamos homenagear um grande professor da doutrina espírita:
Allan Kardec
Seu nome era Hyppolite Rivail.
Menino bom, inteligente, curioso, nascido na França em 3 de outubro de 1804. Gostava de ler e estudar.
Queria entender sobre as coisas do mundo, do universo.
Era tão esforçado que ajudava as outras crianças a aprender.
Gostou tanto dessa tarefa que se tornou professor!
Ensinou muitas disciplinas, além disso ajudou muitos jovens que não tinham condições de pagar os estudos.
Aos 28 anos casou-se com uma mulher bondosa, também professora chamada Amélie Gabrielle.
Fez uma escola para estudantes carentes - Instituto Rivail.
Mais tarde, com a ajuda dos espíritos evoluídos organizou a doutrina espírita. Escreveu O livro dos espíritos, O livro dos médiuns, O evangelho segundo o espiritismo, O céu e o inferno, A gênese.
Nessa ocasião passou a ser chamado Allan Kardec.
Um homem muito bom, que nos incentivou a estudar, pesquisar, conhecer e a compartilhar, merece nossa homenagem no dia do Professor!
" Eu, Francisco, nascido em Assis, uma bela cidadezinha da Itália, a 800 anos.
Meu pai Bernardone, um mercador de tecidos. Seus negócios iam muito bem. "Vai se chamar Francisco, em honra de minha boa esposa que veio da longínqua França. Alegrem-se comigo e participem de nossa felicidade!"
Os meus pais me amavam muito e eu crescia forte e feliz.
Assim tive uma juventude alegre e divertida.
"Francisco, venha se divertir. Beba conosco, o vinho é bom! A nossa saúde!"
Por causa de um ferimento sofrido em uma batalha tive mais tempo para pensar e refletir. Então nasceu em mim um grande descontentamento.
Um dia, aconteceu...
"Observe o estilo, as cores, o desenho. É o verdadeiro fio de flandres - dizia meu pai enquanto vendia um tecido a uma mulher.
Eu tirei toda a vestimenta luxuosa que me cobria. Fiquei apenas com a parte de baixo, feita de um tecido rústico e simples.
"O que faz meu filho? Enlouqueceu???"
Não pai. A partir de hoje, minha vida mudará. Não me interessam nem o comércio nem os lucros que esse trabalho me dá. "Você será mercador pois deve obedecer ao seu pai!"
Antes de tudo, devo obedecer nosso senhor Jesus Cristo que viveu e morreu pobre pela salvação de todos.
Então eu parti. Seguindo a voz de meu coração e de Jesus, de quem me sentia cada vez mais próximo.
Me protegi do frio intenso nas cavernas, vivi no bosque cheio de plantas quando o sol era escaldante. Alimentei-me do que encontrava. As fontes davam-me água abundante para matar a sede.
Na natureza todos os seres vivos eram meus irmãos e minhas irmãs.
Um lobo apareceu rosnando.
Oh lobo, meu irmão. Você deve se tornar bom, manso. Você deve ser amável com todas as pessoas. E não faça mal a ninguém. Brinque com as crianças. Todos vão querer bem a você.
E vocês pássaros do céu. E vocês irmãs andorinhas, voando felizes e com alegres gorjeios cantem louvores ao senhor porque ele é bom e nós somos todos suas criaturas.
Venham! Venham!
Depois de algum tempo, vários amigos me ajudavam a tratar dos feridos, alimentar os famintos, ajudar os pobres. Passaram a chamar de franciscanos.
"Frei Francisco, aonde devemos ir para pregoar louvores ao Senhor?"
Fechem os olhos e girem sobre vocês mesmos sem olhar. Pois bem, cada um siga na direção em que está. Podem ir. E saúdam a todos com essas palavras: paz e bem!
Louvado sejas oh meu Senhor por todas as tuas criaturas.
Louvado sejas por irmã água que é útil e humilde. Preciosa e pura.
Louvado sejas oh meu Senhor por aqueles que tem forças para perdoar.