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Fazer o bem sem olhar a quem

O que vocês acham que significa "fazer o bem"?
Qualquer pessoa pode fazer o bem ou só as mais ricas ou de melhores situações?
Nosso amigo Jesus nos contou que fazer o bem é essencial para sermos felizes. Ele nos ensinou a 
seguinte história:
o bom samaritano  2 – E eis que se levantou um doutor da lei, e lhe disse, para o tentar: Mestre, que hei de eu fazer para entrar na posse da vida eterna? Disse-lhe então Jesus: Que é o que está escrito na lei? Como lês tu? Ele, respondendo, disse: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a sua alma, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. E Jesus lhe disse: Respondeste bem; faze isso, e viverás. Mas ele, querendo justificar-se a si mesmo, disse a Jesus: E quem é o meu próximo? E Jesus, prosseguindo no mesmo discurso, disse: Um homem baixava de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos dos ladrões, que logo o despojaram do que levava; e depois de o terem maltratado com muitas feridas, se retiraram, deixando-o meio morto. Aconteceu pois que passava pelo mesmo caminho um sacerdote; e quando o viu, passou de largo. E assim mesmo um levita, chegando perto daquele lugar, e vendo-o, passou também de largo. Mas um samaritano, que ia a seu caminho, chegou perto dele, e quando o viu, se moveu à compaixão: E chegando-se atou as feridas, lançando nelas azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, o levou a uma estalagem, e teve cuidado dele. E ao outro dia tirou dois denários, e deu-os ao estalajadeiro, e lhe disse: Tem-me cuidado dele; e quanto gastares demais, eu te satisfarei quando voltar. Qual destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos ladrões? Respondeu logo o doutor: aquele que usou com o tal de misericórdia. Então lhe disse Jesus: Pois vai, e faze tu o mesmo. (Lucas, X: 25-37)
Vamos comentar;
Então crianças quem é o próximo?
 É aquele que precisa de nós! Seja ele quem for!
Em seguida fazer a seguinte dinâmica:
DINÂMICA: FLOQUINHO DE ALGODÃO
MATERIAL USADO: ALGODÃO
DISTRIBUIR OS FLOQUINHOS DE ALGODÃO E EXPLICAR QUE CADA VEZ QUE A PALAVRA CARINHO FOR MENCIONADA, DEVE-SE TROCAR OS FLOQUINHOS COM ALGUÉM.
JUNTAR OS FLOQUINHOS QUANDO NA ESTÓRIA FALA QUE O MENINO NÃO DAVA MAIS SEUS FLOQUINHOS E DEPOIS DISTRIBUI DE NOVO, CONFORME FOR A SEQUÊNCIA DA ESTÓRIA.

Floquinhos de algodão

Crianças, todos nós não só podemos como devemos fazer o bem. O bem não é uma coisa complicada, cara, difícil de fazer ou conseguir. O bem é um ato de amor, carinho, gentileza e boa vontade.

Atividade:
Ensinar a musiquinha e pintar



Maos que oferecem rosas



A caridade de Cairba Schutel

"A caridade quando praticada, material, moral, e espiritualmente falando é a religião Pura que nos Conduz a Deus" (Cairbar Schutel )
Perguntar às crianças:

  1. O que é caridade?
  2. Tem que ser rico para fazer caridade?
  3. Pobre também faz caridade?

Deixar que elas exponham suas opiniões.


Em seguida explicar:
Caridade é ato de amor - nós doamos a outro o que temos de melhor! Não depende de dinheiro, nem bens materiais. É uma característica de pessoas que são realmente boas.
Não importa se outras pessoas elogiam. Quem faz caridade se sente feliz só pelo fato de ter sido útil para alguém.


"Meus filhos, na máxima: Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque à sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor. Essa divisa é o facho celeste, a luminosa coluna que guia o homem no deserto da vida, encaminhando-o para a Terra da Promissão. Ela brilha no céu, como auréola santa, na fronte dos eleitos, e, na Terra, se acha gravada no coração daqueles a quem Jesus dirá: Passai à direita, benditos de meu Pai. Reconhecê-los-eis pelo perfume de caridade que espalham em torno de si. Nada exprime com mais exatidão o pensamento de Jesus, nada resume tão bem os deveres do homem, como essa máxima de ordem divina. Não poderia o Espiritismo provar melhor a sua origem, do que apresentando-a como regra, por isso que é um reflexo do mais puro Cristianismo." (Evangelho Segundo o Espiritismo)


Tivemos vários exemplos de pessoas caridosas. Hoje vou contar a história de uma dessas:

Cairbar Schutel


 Nasceu no Rio de Janeiro em 1868. Perdeu os pais ainda criança mas isso não fez dele uma criança infeliz: aos cuidados do avô, estudou muito e se tornou prático farmacêutico aos 17 anos.
Como gostava da vida simples do interior foi para a cidade Matão em São Paulo e montou uma farmácia pois lá não tinha.
Foi em Matão que conheceu a Doutrina Espírita e se tornou um dos seus principais divulgadores.
Fundou o , Centro Espírita Amante da Pobreza onde praticava o principal fundamento da Doutrina Espírita: Caridade!
Ficou conhecido como o Pai dos Pobres pois receitava gratuitamente os remédios. Em sua casa, sempre doava roupas, alimentos - devido ao seu sentimento de amor ao próximo - chegando a sua casa a se tornar uma espécie de hospital aos necessitados.
Escreveu vários livros e criou o jornal O Clarim e a Revista Internacional do Espiritismo.

Uma história interessante:

Certa vez, estava atendendo um mãe com um bebê bem magrinho de tão doente, tão desidratado, pediu ao ajudante um vidro de água destilada e pingou algumas gotas homeopáticas, entregou à mãe e a instruiu sobre a alimentação do bebê. O amigo ajudante perguntou ao Cairbar: "Mas esse remédio vai curar essa criança?" Ele respondeu: "Esse remédio vai ajudar muito, mas o que cura virá lá de cima, por isso, quando você manipular qualquer medicamento, tenha o pensamento voltado para o pai celestial pois de lá que vem a cura".


Atividade:
Fazer um balão grande em papel pardo ou cartolina com a palavra-chave: CARIDADE e vários balões menores para colar. Colar os que tem sentido com caridade.
Sugestões de palavras: fraternidade, amor, gentileza, bondade, carinho, perdão, humildade, orgulho, raiva, vaidade...




Cantar com elas a música Sublime oração:




 sugestão de atividade:
Fazer um desenho bem bonito ou colorir alguma ilustração e dar de presente para alguém que estiver doente ou triste, em forma de cartão.


Unica dádiva



Para começarmos nossos trabalhos junto aos irmãos espirituais, nesse novo ano que se inicia, nada como uma mensagem para reforçarmos que temos dentro de nós tudo que mais precisamos para arregaçar as mangas e pôr mãos à obra: o amor de Deus.


Conta-se que Simão Pedro estava cansado, depois de vinte dias junto do povo.

Banhara ferimentos, alimentara mulheres e crianças esquálidas, e, em vez de receber a aprovação do povo, recolhia insultos velados, aqui e ali...

Após três semanas consecutivas de luta, fatigara-se e preferira isolar-se entre alcaparreiras amigas.
Por isso mesmo, no crepúsculo anilado, estava, ele só, diante das águas, a refletir...
Aproxima-se alguém, contudo...
Por mais busque esconder-se, sente-se procurado.
É o próprio Cristo.


- Que fazeis, Pedro? – diz-lhe o Senhor.
- Penso, Mestre.
E o diálogo prolongou-se.
- Estás triste?
- Muito triste.
- Por que?
- Chamam-me ladrão.
- Mas se a consciência te não acusa, que tem isso?
- Sinto-me desditoso: Em nome do amor que me ensinas, alivio os enfermos e ajudo aos necessitados. Entretanto, injuriam-me. Dizem por aí que furto, que exploro a confiança do povo... Ainda ontem, distribuía os velhos mantos que nos foram cedidos pela casa de Carpo, entre os doentes chegados de Jope. Alegou alguém, inconsideradamente, que surripiei a maior parte. Estou exausto, Mestre. Vinte dias de multidão pesam muito mais que vinte anos de serviço na barca.

- Pedro, que deste aos necessitados nestes últimos vintes dias?
- Moedas, túnicas, mantos, unguentos, trigo, peixe...
- De onde chegaram as moedas?
- Das mãos de Joana, a mulher de Cusa.
- As "túnicas"?
- Da casa de Zobalan, o curtidor.
- Os mantos?
- Da residência de Carpo, o romano que decidiu amparar-nos.
- Os unguentos?
- Do lar de Zebebeu, que os fabrica.
- O trigo?
- Da seara de Zaqueu, que se lembra de nós.
- E os peixes?
- Da nossa pesca.
- Então, Pedro?
- Que devo entender, Senhor?
-Que apenas entregamos aquilo que nos foi ofertado para distribuirmos, em favor dos que necessitam. A Divina Bondade conjuga as circunstâncias e confia-nos de um modo ou de outro os elementos que devamos movimentar nas obras do bem... Disseste servir em nome do amor...
- Sim, Mestre...
- Recorda, então, que o amor não relaciona calúnias, nem conta sarcasmos.
O discípulo, entremostrando súbita renovação mental, não respondeu.

Jesus abraçou-o e disse:
- Pedro, todos os bens da vida podem ser transmitidos de sítio a sítio e de mão em mão... Ninguém pode dar, em essência, esse ou aquele patrimônio do mundo, senão o próprio Criador, que nos empresta os recursos por Ele gerados na Criação... E, se algo podemos damos de nós, o amor é a única dádiva que podemos fazer, sofrendo e renunciando por amor...

O apóstolo compreendeu e beijou as mãos que o tocavam de leve.
Em seguida, puseram-se ambos a falar alegremente sobre as tarefas esperadas para o dia seguinte.

Madre Teresa de Calcutá


Madre Teresa de Calcutá: a mãe dos pobres!


Agnes Gontxha Bohaxhiu era o verdadeiro nome de Madre Teresa de Calcutá. Nasceu em 26 de agosto de 1910 na Albânia. Filha de um próspero comerciante, mãe e dois irmãos de família muito religiosa.

Desde moça ingressou na vida religiosa (Congregação Mariana). Através de cartas escritas por missionários jesuítas da Índia, tomou conhecimento de como vivia o povo indiano: miséria material e espiritual. Então sentiu o desejo de unir-se a eles.

Apesar de perder seu pai muito jovem, sempre teve o amparo da mãe que, apesar de toda dificuldade, conseguiu educar os três filhos dando uma exemplar educação humana, além dos ensinamentos de Jesus.

Em 1931 recebeu o nome de Teresa (homenagem à santa Teresinha do menino Jesus). Passou a dar aula no colégio de Santa Maria, da Congregação de Nossa Senhora de Loreto, em Calcutá, onde permaneceu por muitos anos. Todas gostavam muito dela: além de ser ótima professora tinha muito amor e muita dedicação a tudo que fazia.

Durante uma viagem de trem que fazia em 10 de setembro de 1946, quando ia ao Himalaia para se tratar de uma tuberculose e aproveitar para fazer um retiro espiritual, recebeu uma inspiração diante do estado precário de miséria e falta de higiene as quais viajam todos ali:
 "Naquele trem, com os meus trinta e seis anos, percebi no meu interior um chamado para que renunciasse a tudo e seguisse a Cristo nos subúrbios, servindo-Lhe através dos mais pobres dos pobres. Foi quando compreendi que Deus desejava isso de mim..." (Madre Teresa de Calcutá)
Assim, Teresa já não conseguia mais se omitir diante da desesperadora situação a que todos os pobres e excluídos de Calcutá eram submetidos. A partir de então começou a se questionar como poderia ajudá-los.

Ao voltar a Calcutá, procurou a Igreja e expôr sua vontade de dedicar-se exclusivamente aquele povo. A pedido da Igreja aguardou um ano pois se tratava de uma decisão muito séria.
Enquanto esperava, voltou a dar aulas.

Após autorização dada pelo Papa Piu XII desligou-se da Congregação das Irmãs de Loreto para dedicar-se exclusivamente ao amor ao próximo.
No principio passou muitas dificuldades em Calcutá, pois o pouco dinheiro que lhe restava deu aos pobres.

O primeiro passo de madre Teresa foi fazer um curso de enfermagem onde aprendeu a administrar medicamentos  e a cuidar de doentes, para cumprir sua missão.


"A pobreza não foi criada por Deus. Nós é que a causamos – você e eu – devido ao nosso egoísmo" (Madre Teresa de Calcutá)

Como nosso Deus é Pai, Ele logo a recompensou e a amparou, de maneira que, aos poucos tudo foi sendo providenciado: abrigo, donativos, pessoas  para a auxiliarem...

Nada a fez desistir, nem a falta de segurança, ou as muitas dificuldades pelas quais estava passando, pois tinha a maior de todas as certezas: O AMOR! Sabia que o amor poderia, de fato, mover montanhas, salvar vidas e resgatar almas! Tudo porque acreditava realmente em seu chamado:

"Não! Não voltarei atrás. A minha comunidade são os pobres. A sua segurança é a minha. A sua saúde é a minha. A minha casa é a casa dos pobres. A sua segurança é a minha. A sua saúde é a minha. A minha casa é a casa dos pobres; não apenas dos pobres, mas dos mais pobres dos pobres. Daqueles de quem as pessoas já não querem aproximar-se com medo de contágio e da porcaria, porque estão cobertos de micróbios e vermes. Daqueles que não vão rezar, porque não podem sair nus de casa. Daqueles que já não comem, porque não têm forças para comer. Daqueles que se deixam cair pelas ruas, conscientes de que vão morrer, e ao lado dos quais os vivos passam sem lhes prestar atenção. Daqueles que já não choram, porque se lhes esgotaram as lágrimas." (Madre Teresa de Calcutá)

Senhor Michael Gomes, um grande amigo que a auxiliou por toda a vida providenciou o primeiro alojamento; e as primeiras vocacionadas a unir-se à Madre Teresa, foram algumas de suas ex-alunas.

Ainda no ano de 1949 começou a dar aulas para um grupo de cinco crianças, num bairro muito humilde. Pouco a pouco, o grupo foi crescendo, e depois de apenas dez dias já eram cerca de cinqüenta crianças. Ensinava-lhes além do abecedário, noções de higiene (sendo que muitas vezes iniciava a aula lavando as faces de seus alunos) e conceitos de moral também. 


Tendo abandonado o hábito da Congregação de Loreto, nessa nova etapa a Irmã Teresa adotou um sari branco, com faixas azuis, em homenagem à Virgem Maria. Assim, ela começara a levar aos necessitados - mais do que quaisquer donativos - ela levava-lhes amor, carinho e respeito, revelando-lhes Jesus através de gestos, palavras e obras concretas.


Em pouco tempo, ela tornou-se muito conhecida, respeitada e amada por todos. Por onde quer que ela passasse, pessoas doentes, famintas, deficientes e desesperadas, gritavam por ela, vendo nela a esperança, que lhes fora roubada.

A miséria e a doença atingiam todas as faixas etárias, em diversas situações. Assim, Madre Teresa foi abrindo uma casa para cada caso específico: mulheres grávidas, moribundos, doentes, crianças abandonadas, aidéticos, etc.:

Casa da Esperança: (1952) As Missionárias da Caridade inauguraram o lar infantil.
Casa do Moribundo: Ao ver tantos moribundos agonizando pelas ruas, sem que ninguém prestasse atenção, madre Teresa pediu às autoridades que lhe desse um local para que pudesse socorrê-los. E conseguiu.
A partir daí, esta congregação passa a ser conhecida por toda a Índia e a seguir por todo o Mundo.
Em 15 de outubro de 1979, recebeu o prêmio Nobel da Paz, tornando-se mundialmente conhecida e admirada.
Em 5 de Setembro de 1997 sua missão chega ao fim, mas sua obra continua crescendo: em 2003 já haviam mais de 700 casas, em mais de 100 países!


Poema da Paz

O dia mais belo? Hoje
A coisa mais fácil? Equivocar-se
O obstáculo maior? O medo
O erro maior? Abandonar-se
A raiz de todos os males? O egoísmo
A distração mais bela? O trabalho
A pior derrota? O desalento
Os melhores professores? As crianças
A primeira necessidade? Comunicar-se
O que mais faz feliz? Ser útil aos demais
O mistério maior? A morte
O pior defeito? O mau humor
A coisa mais perigosa? A mentira
O sentimento pior? O rancor
O presente mais belo? O perdão
O mais imprescindível? O lar
A estrada mais rápida? O caminho correto
A sensação mais grata? A paz interior
O resguardo mais eficaz? O sorriso
O melhor remédio? O otimismo
A maior satisfação? O dever cumprido
A força mais potente do mundo? A fé
As pessoas mais necessárias? Os pais
A coisa mais bela de todas?O amor


Madre Teresa de Calcutá
 

parábolas IV: O bom samaritano


  • 1° momento: alongamento e música para acordar (Olha uma seleção de músicas e brincadeiras para esse momento e para hora de brincar)
  • 2° momento: Prece de abertura
  • 3° momento: Contar às crianças com auxílio de figuras móveis, ou fantoche, a história do Bom Samaritano.

O Bom Samaritano

Jesus estava contando suas histórias quando um senhor da lei perguntou para testá-lo:
-Mestre, que preciso fazer para conquistar a vida eterna?
Jesus perguntou: -O que está escrito?

Então o homem respondeu:
-Amarás o senhor teu Deus de toda sua alma e ao próximo como ao ti mesmo.
Respondeu Jesus: -Disse bem. Faz isso e viverás.

mas o homem, ainda não satisfeito, perguntou:
-E quem é meu próximo?
Contou Jesus a seguinte história:

"Um homem viajava de Jerusalém á Jericó, quando assaltantes o pegaram, roubaram todas suas coisas e o deixaram ferido, sofrendo no chão.

by Patrícia Simões

"Um sacerdote, coincidentemente, passava por ali, mas ao vê-lo, tomou distância e andou o mais depressa que pôde.
"Um levita também passou por ali,mas,quando o viu, também andou depressa sem olhar o homem que gemia de dor.

by Patrícia Simões

"Mais tarde, um samaritano que estava viajando o viu e logo aproximou-se dele para ajudá-lo. Cuidou de suas feridas com azeite e vinho, colocou-o sobre seu cavalo, levou-o para uma hospedaria para tratá-lo melhor.

by Patrícia Simões


"No dia seguinte, deu um pouco de dinheiro ao dono da hospedaria e disse para cuidar dele, que quando voltasse, lhe daria o restante do dinheiro."

Perguntou Jesus:
-Qual destes três foi o próximo daquele pobre homem?
O Doutor da lei respondeu:
-Aquele que teve compaixão do pobre coitado e cuidou dele.
-Então vá e faz o mesmo! -disse Jesus.
(Adaptado do livro: Histórias que jesus contou: Clóvis Tavares)

Explicar ás crianças de maneira clara e simples o significado de:
Sacerdote, Levita, Samaritano

Atividade:


Apresentar às crianças o Luizinho e a Luisa. Eles, muito sapecas andavam de bicicleta e jogavam bola cada um no seu canto. Mas sem perceber Luizinho, correndo, tropeçou numa pedra caiu morro abaixo, se ralou todo, perdendo até suas roupas!
Luisinha corria de bicicleta (achando que estava num bicicross!), de repente a bicicleta deu uma cambalhota e ela também se machucou toda! 

Mostrar os bonecos feito de cartolina com carinhas tristes e cheios de hematomas
Dividir em dois grupos, cada grupo irá cuidar do seu boneco deixando eles felizes de novo!

Junto com o boneco entregar acessórios adesivos para colarem nos bonecos: curativos, roupa, sapato, lanchinho, leitinho (afinal essa aventura deu-lhes fome e sede), material escolar (para incentivá-los a estudar!) e até um sorriso!

Objetivo: Mostrar, na prática, o que fez o bom samaritano que serviu de exemplo na história de Jesus.

by Patrícia Simões