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O patinho feio

Essa aulinha começamos passando o clássico desenho do patinho feio da Disney.Eu escolhi esse por achar lindo!Mas pode ser apresentado outro ou contado através de fantoches .
O patinho feio é uma ótima estoria para ser trabalhado a auto estima.Mas no nosso caso, trabalhei o respeito as diferenças.

http://www.youtube.com/watch?v=KmNfGi4xzzg

Após o desenho comentamos.
  • Porque os pais do patinho brigavam?
  • Como seus irmãos o trataram?Por quê?
  • Como ele ficou?
  • O que aconteceu depois?
  • Como o trataram os cisnes?Por quê?
  • O que vocês acharam?
  • Isso acontece com algumas pessoas?
Comentar sobre como algumas pessoas são maltratadas pelo fato de serem diferentes.Explicar que isso é discriminação.Não devemos tratar diferente as pessoas pelo fato de ser de lugar diferente, ter tamanhos diferentes, cores diferentes, gostos diferentes.Há espaço para todos nesse mundo.Além disso, as vezes pensamos mal de alguem sem conhecê-las direito e com o tempo percebemos que elas são pessoas bem legais.Assim como aconteceu com o patinho que na verdade era um Cisne.Tão lindo como qualquer ser da natureza!
Então não discriminem nem se sintam discriminados!Lembrem-se que podemos ser diferentes uns dos outros mas temos os mesmos direito de viver e ser feliz como qualquer outro!

No final, fazer um mural cheio de patinhos desenhados por eles - do seu jeito!!!

o pato e a coruja

Um assunto sempre importante para ser tratado com as crianças em qualquer momento da vida, é o respeito ás diferenças.Sempre esbarramos em ocasiões cujas crianças se estranham pelas suas características pessoais diferentes.Devemos esclarecer desde cedo, que são apenas diferenças e que ao invés de criticar ou julgar, poderemos até aprender .

Contar a seguinte história

O pato e a coruja


Era uma vez uma bétula que se erguia no meio de um prado.

Mesmo à beirinha do prado cintilava um charco onde um pato nadava em círculo, mergulhando o bico de vez em quando.

O pato subiu para terra, sacudiu-se e olhou para o cimo da árvore.

Após ter olhado algum tempo, gritou:

— Eh, tu, aí em cima!

— Uh — resmungou uma voz lá em cima, na bétula.

— És uma coruja a sério? — pergunta o pato.

— Uh.

— Ora chega cá abaixo — gritou o pato.

— Uh — resmungou a coruja a bocejar. E esvoaçou para o chão.

— Oh! — disse o pato. — Nunca pensei que uma coruja tivesse asas tão bonitas.

— Uh — tornou a coruja, contente por o pato achar bonitas as suas asas.

— Porque é que estás sempre a dizer Uh? Não sabes dizer mais nada?

— Claro que sei — disse a coruja — mas não me apetece. Estava a dormir.

— Oh, meu Deus! — exclamou o pato. — Como é que tu consegues dormir em pleno dia? Ninguém consegue!

— Não percebo o que queres dizer — respondeu a coruja. — Durmo sempre de dia.

— Isso é esquisito — disse o pato. — De noite é que se dorme.

— Dormir de noite, dizes tu? De forma alguma! A noite é demasiado excitante para ser gasta a dormir. É quando está escuro, é quando se arregalam bem os olhos, e se espera que passe alguma coisa que se possa comer.

— Não estás boa da cabeça! — disse o pato. — A comida não passa. Tem de se nadar, mergulhar e procurar até encontrar.

— Que forma mais disparatada de comer! — murmurou a coruja.

O pato zangou-se.

— Não é nada disparatada, é o normal! — disse, furioso.

— Não estás bom da cabeça! — respondeu a coruja. — Normal é pairar às escuras no bosque sem fazer barulho. E, então, quando algum animalzinho se mexer nas folhas secas, caímos-lhe em cima rapidamente e comemo-lo.

— Que horror! — gritou o pato. — Só de pensar nisso fico logo enjoado.

— E tu, o que é que comes? — berrou a coruja, que também estava zangada. — Comes alpista para patos. Que nojo! Até fico enjoada! E como é que se consegue comer durante o dia!

O pato até assobiou de raiva.

— Fica a saber que é de dia que se come! Todos fazem isso!

— Ora, ninguém faz isso! — gritou a coruja. — Quando fica escuro é que se tem fome a sério.

— Isso é uma estupidez! — grasnou o pato — Estupidez, estupidez, estupidez!!

E ali estavam os dois no meio do prado a discutir.

A coruja abriu e fechou o bico um par de vezes como se estivesse a pensar, e depois sacudiu-se.

— Ó pato — perguntou a coruja — afinal porque é estamos a discutir? Ainda te lembras porque é que começamos?

— Claro — responde o pato. — Porque tu fazes tudo mal. É por isso…

— Não é verdade — disse a coruja. — Eu não faço nada errado. Faço é de maneira diferente, e, assim, também dá. Faço como fazem todas as corujas.

— E eu faço como fazem todos os patos. Tens razão. Não é preciso discutir por causa disso.

"Ah", pensava a coruja para si, "por sinal, até gosto do pato. Tem uma maneira esquisita de ver as coisas, mas será que, apesar disso, não podemos ser amigos?…"

— Mas que pés esquisitos tu tens! — observou a coruja.

— Não são esquisitos — responde o pato — são práticos. São para nadar.

— Para nadar, talvez sejam bons — opinou a coruja. — Quando se gosta de nadar. E, vendo melhor, até os acho bonitos.

— A sério? — sussurrou o pato.

— Anda comigo — disse a coruja de seguida— já me doem as pernas de estar aqui em baixo. Vamos pôr-nos confortáveis, em cima da bétula.

— O quê? — perguntou o pato.

— Vamos voar lá para cima — responde a coruja. — Em cima das árvores está-se melhor.

O pato nunca na vida tinha pousado numa árvore, mas se isso dava alegria à coruja, quis experimentar.

— Como queiras — respondeu.

E voaram os dois lá para cima; instalaram-se num ramo de onde podiam ver tudo em redor.

— Aqui tem-se melhores vistas — disse a coruja satisfeita.

— Bem… — murmurou o pato.

Olhava para o prado e para o charco onde o sol reluzia. Não gostou mesmo nada de pousar tão alto em cima de uma árvore. Esteve o tempo todo com medo de cair.

— Isto aqui não é bom — disse ele para a coruja. — Vamos antes nadar para o lago.

— Deves ter ficado maluco, de certeza! — gritou a coruja. — Para a água? Mas tu queres matar-me?

— Não te exaltes! — disse o pato. — Se queres, sentamo-nos então outra vez na erva. Vocês, corujas, são demasiado estúpidas para nadarem.

— E vocês, patos, são tão estúpidos que nem sabem pousar numa árvore!

— Oh, meu Deus — disse o pato. — Lá estamos nós a discutir outra vez.

— É porque tu começas sempre — retorquiu a coruja.

— Isso não é verdade — berrou o pato, furioso. — Não fui eu, tu é que começaste!

— Não, foste tu! — gritou a coruja.

— Ei, porque é que estás a gritar assim? — disse o pato.

— Eu não estou a gritar, tu é que estás! — disse a coruja.

— Não, tu é que estás!

— Oh, meu Deus! — disse a coruja. — Basta! Porque é que só sabemos discutir um com o outro?

— Porque tu fazes tudo errado.

— Eu não! — disse a coruja. — Tu é que fazes!

— Não, tu é que fazes! — disse o pato.

— Mas isso não tem importância. — disse a coruja. — Não é preciso discutir por uma coisa dessas.

O pato pensou melhor e disse:

— Também acho, não é preciso discutir por isso. Mas, olha, quem é que começa sempre?

— Eu acho que és tu.

— Não deves estar boa da cabeça — disse o pato. — Tu é que começas sempre!

— Uh — disse a coruja — às vezes começo eu e tu imitas-me em seguida.

— Eu? — gritou o pato e bateu as asas com força.

— Não faças tanto vento — disse a coruja. — Queres que eu caia daqui a baixo?

— Pronto, está bem — diz o pato. — Mas se queres que sejamos

amigos, tens de acabar com a discussão.

— Pára tu! — disse a coruja.

Então o pato começou a rir e disse:

— Basta! Além disso, estou a ficar com fome. E a fome deixa-me impaciente. Vou mas é procurar alguma coisa para comer.

— E eu estou cansada. E sempre que fico cansada, fico zangada. Agora vou mas é dormir.

O pato voou para baixo. Aterrou no lago, voltou-se, olhou para cima e gritou:

— Então adeus, coruja. Dorme bem.

— Uh — respondeu a coruja, sonolenta. — Dorme tu também, pato.

Já tinha os olhos quase a fecharem-se.

— Ah, é verdade — disse de seguida — tu não dormes. Só dormes quando fizer escuro. Bom dia para ti, pato. E até à próxima!

Hanna Johansen


Die Ente und die Eule

Zürich, Nagel & Kimche, 1988

Adaptado

*Adaptado para o português de Portugal.Para contar ás crianças, principalmente ás menores, pode-se readaptar mas para o português brasileiro.Faz-se necessário também explicar alguns conceitos como:Bromélia, prado, charco.

Contar a história utilizando fantoches.

Após a história perguntar o que entenderam.Verificar se compreenderam a lição que a história quis passar.

Atividade:

Fazer com eles fantoches para pintarem e brincar em casa.



Turma da Mônica e Os Azuis





  • 1° momento: alongamento, músicas para acordar
  • 2° momento:Prece de abertura
  • 3° momento:Tema: Respeitando as diferenças



Dinâmica:


Formar uma roda com uma criança no centro, vendada.
Cada criança sorteia uma figura (todas são flores sendo que só uma é a rosa).
A criança vendada escolhe alguém e faz três perguntas para adivinhar se ela é a rosa.
(sugestões de perguntas: qual a cor? É macia? Tem pétalas? Tem espinhos? Vive num jardim? Etc)
Em seguida, adivinha se é a rosa. (Propositalmente ela só acertará quem é a rosa por sorte!)
Terá ao todo 3 chances.

Objetivo:


Explicar às crianças que num jardim tem muitas flores: cada uma com sua textura, seu perfume, sua cor... Nem sempre serão rosas, mas todas flores terão seu lugar no jardim. Assim também somos nós: cada um com sua característica (baixo, alto, magro, gordo, rico, pobre, de diferentes cores, raças) mas todos somos seres humanos e por isso merecemos ser respeitados.

Em seguida passar a história da turma da Mônica: Os Azuis e comentar.