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A parábola do filho pródigo

Lembrar ás crianças que Jesus transmitia seus ensinamentos através de parábolas, histórias com linguagem figurada. Pois assim, ficava mais fácil das pessoas simples entenderem.
Trata-se pois de uma narrativa alegórica, que, por meio de comparação ou analogia, transmite preceito moral ou religioso (fonte: Wikipédia)


PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO
“Um homem tinha dois filhos. Disse o mais moço a seu pai: Meu pai, dá-me a parte dos bens que me toca. E ele repartiu os seus haveres entre ambos. Poucos dias depois o filho mais moço ajuntando tudo o que era seu, partiu para um país longínquo e lá dissipou todos os seus bens,vivendo desregradamente.
 Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome e ele começou a passar necessidades.
Então foi encostar-se a um dos cidadãos daquele pais e este o mandou para seus campos a guardar porcos; ali desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava. Caindo, porém, em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm pão com fartura e eu aqui, morrendo de fome! Levantar-me-ei, irei a meu pai e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o Céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus jornaleiros. E levantando-se foi a seu pai.
Estando ele ainda longe, seu pai viu-o e teve compaixão dele, e; correndo, o abraçou e o beijou. Disse-lhe o filho: Pai, pequei contra o Céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. O pai, porém, disse aos seus servos: trazei depressa a melhor roupa e vesti-lo, e ponha o anel no dedo e sandálias nos pés; trazei também um novilho cevado, matai-o, comamos e regozijemo-nos, porque este meu filho era morto e reviveu, estava perdido e se achou. E começaram a regozijar-se. Ora, o seu filho mais velho estava no campo; e, quando voltou e foi chegando à casa, ouviu a música e a dança, e chamando os criados perguntou-lhes o que era aquilo. Um deles respondeu: Chegou teu irmão e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde.
Então ele se indignou, e não queria entrar; e, sabendo disso, seu pai procurava conciliá-lo. Mas ele respondeu: Há tantos anos que te sirvo, sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito para eu me regozijar com os meus amigos; mas, quando veio este teu filho que gastou teus bens com meretrizes, tu mandaste matar o novilho mais gordo. Respondeu-lhe o pai: Filho, tu sempre estás comigo, e tudo que é meu é teu; entretanto, cumpria regozijarmo-nos e alegrarmo-nos, por que este teu irmão era morto e reviveu, estava perdido e se achou.”
(Lucas, XV, 11-32.)(tirado do livro Parábolas e ensinos de Jesus, Cairbar Schutel)

 Explicar ás crianças que nesta história o pai representa Deus, os filhos somos nós seres humanos.
Ás vezes alguns de nós se distanciam de Deus, em busca de vida fácil, aventuras sem limites, só festas, farras se distanciando do bem, de Deus. Depois se arrependem, mais cedo ou mais tarde, ao perceberem o quanto de tempo e vida perderam com essas atitudes, sofrendo com as consequências.Quando existe o arrependimento, ao se procurar o apoio de Deus, o Pai não abandona.
O filho que ficou, é um exemplo de ser humano que apesar de não abandonar as leis de Deus não faz mas nada além, acomodado, além de não se alegrar com o retorno do irmão á casa do Pai. Muito mais difícil é se arrepender de um erro e pedir perdão...

Vamos procurar a certar sempre, mas se errarmos, que nós nos arrependamos e procuremos acertar.
E vamos nos alegrar com o arrependimento de alguém que não agiu certo, e procuremos dar apoio, pedir á Deus que não o abandone.

Parabola do semeador

Contar a seguinte história:
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PARÁBOLA DO SEMEADOR


(Mateus, capítulo 13º, versículos 1 a 9, e 18, a 23)

      

       Um semeador, como fazia todos os dias, saiu de casa e se dirigiu ao seu campo para nele semear os grãos de trigo que possuía, honrando a Deus com seu trabalho honesto.

       Começou a semeadura. Enquanto lançava as sementes ao campo, algumas caíram no caminho, na pequena estrada que ficava no meio da seara. Você sabe que os passarinhos costumam acompanhár os semeadores ao campo, para comer as sementes que caem ao chão? Pois, isso aconteceu em nossa histó­ria. Alguns grãos caíram à beira da estrada, e os passarinhos, rápidos, desceram e os comeram.

       O semeador, porém, continuou semeando. Outras sementes caíram num lugar pedregoso. Havia ali muitas pedras e pouca terra. As sementes nasceram logo naquele solo, que não era profundo. O trigo cresceu depressa, mas, vindo o sol forte, foi quei­mado; e como suas raízes não cresceram por causa das pedras, murchou e morreu.

       Outros grãos caíram num pedaço do campo onde havia muitos espinheiros. Quando o trigo cresceu, foi sufocado pelos espinhos e também morreu.

       Uma última parte das sementes caiu numa terra boa e preparada, longe dos pedregulhos e das sarças.

       E o trigo ali semeado deu uma colheita farta. Cada grão produziu outros cem, outros sessenta ou outros trinta...

 

*

 

       O próprio Jesus explicou a Seus discípulos a Pa­rábola do Semeador.

       As nossas almas, filhinho, são comparáveis aos quatro terrenos da história: “o terreno do caminho”, “o solo cheio de pedras”, “a terra cheia de espinhei­ros e “o terreno lavrado e bom

Jesus é o Divino Semeador. A semente é a Sua Palavra de bondade e de sabedoria. E os diversos terrenos são os nossos corações, os nossos Espíritos, onde Ele semeia Seus ensinamentos, cheio de bon­dade para conosco.

E como procedemos para com Jesus? Como res­pondemos à Sua bondade? O modo como damos res­posta ao amor cuidadoso do Divino Mestre é que nos classifica espiritualmente, isto é, mostra que espécie de terreno existe em nossa alma. Cada coração hu­mano é uma espécie de terra, um dos quatro solos da parábola.

Vejamos, então, filhinho:

Quando alguém ouve a palavra do Evangelho e não procura compreendê-la, nem lhe dá valor, apare­cem as forças do mal (os Espíritos maldosos, desen­carnados ou encarnados) e arrebatam o que foi se­meado no seu coração, tais como os passarinhos co­meram as sementes... E sabe de que modo? Fazendo com que a alma esqueça o que ouviu, dando outros pensamentos à pessoa, fazendo com que ela se desin­teresse das coisas espirituais. E a alma fica indi­ferente aos ensinamentos divinos. O coração dessa pessoa é semelhante ao “terreno do caminho”, onde a semente não chegou a penetrar. Um exemplo desse terreno é a criança que não presta atenção às aulas de Evangelho, ficando distraida durante as explica­ções. Ou ainda, a criança que não gosta de ler os livrinhos que ensinam o caminho de Jesus...

E o segundo terreno, o pedregoso?

Esse terreno é a imagem da pessoa que recebe os ensinos de Jesus com muita alegria. São exemplos as pessoas entusiasmadas com o serviço cristão, ou as crianças animadas nas escolas de Evangelho, mas cuja animação dura pouco. Quando surgem as zom­barias, as perseguições ou os sofrimentos, a alma, que é inconstante, abandona o caminho do Evan­gelho. Um exemplo para você, filhinho: uma criança está freqüentando as aulas de Moral Cristã numa Escola Espírita. Está aprendendo os mandamentos divinos, os ensinos de Cristo, o caminho do bem, da pureza, da honestidade. Está muito contente com o que está estudando. Sente-se animada e feliz. Um dia, aparece um colega do colégio ou da vizinhança, dizendo que o “Espiritismo é obra do demônio”, que “os que freqüentam aulas de Evangelho nas escolas Espíritas ficam loucos e vão para o inferno”. E zom­ba dele sempre que o encontra e lhe põe apelidos humilhantes. O nosso amiguinho não tem ainda fir­meza de fé. Tem medo das zombarias dos colegas e dos vizinhos, que dizem que “somente sua religião éverdadeira” e lhe mandam “receber Espíritos na rua”. Amedrontado pela perseguição e pelos mote­jos, o nosso irmãozinho deixa a Escola de Evange­lho, onde estava começando a compreender a beleza do ensino de Jesus e as bênçãos do Espiritismo Cristão. Esse menino tinha o coração semelhante ao “terreno cheio de pedras”, onde a planta da verdade não pôde crescer e frutificar.

       O terceiro solo é a “terra cheia de espinheiros “. É o caso das pessoas que recebem a palavra do Evan­gelho, mas, depois abandonam o caminho cristão por causa das grandezas falsas do mundo e da sedu­ção das riquezas. Ouviram o Evangelho, mas se inte­ressaram mais pelos negócios, pelos lucros, pelas vaidades da vida, pelo cuidado exclusivo das coisas da terra. Há também, no mundo das crianças, exem­plos desse terreno. São as crianças que conheceram, às vezes desde pequeninas, os ensinos de Jesus, mas, depois de crescidas, preferiram os maus companhei­ros, as crianças sem Deus, e passaram a interessar­-se somente pelos problemas de dinheiro ou de mo­das, pelos ídolos do cinema ou do futebol. Não querem mais nem Jesus, nem lições de Evangelho. Só pensam em automóveis de luxo, sonham com caminhões, imaginam-se ricos “quando crescerem”... A princípio, sabiam repartir com os pobres o seu di­nheirinho, porém, agora só pensam em juntá-lo: a cari­dade morreu nos seus corações. O mundo, com suas riquezas falsas (que terminam com a morte), seduziu suas almas e sufocou a plantinha de Deus em seus espíritos. Trocaram Jesus pelos sonhos e ambições de carros de luxo, de figurinos, de roupas elegantes, de campos de esporte, de concursos de beleza, de grandezas sociais... A plantinha de Deus foi sufoca­da pelos espinhos do egoísmo e das ilusões da vida material. E morreu...

       O quarto terreno, “a terra lavrada e boa, é o símbolo do coração que escuta o Evangelho, pro­curando compreendê-lo e praticá-lo na vida. E a alma que estuda a palavra do Senhor, percebendo que está neste mundo para aprender a Verdade e o Bem. E, assim, dá frutos de bondade e eleva-se para Deus. Abandona seus vícios e maus hábitos, dedicando-se à prática das virtudes, guardando a fé no coração, socorrendo carinhosamente os necessitados e sofredores e buscando os conselhos de Deus no Evangelho de Cristo.

       O coração de uma criança verdadeiramente cris­tã é o bom terreno da parábola: cada semente de Jesus se transforma em trinta, sessenta ou cem bên­çãos de bondade, de fé e de auxílio ao próximo. O coração dessa criança deseja conhecer sempre mais e melhor os ensinos cristãos. E se esforça sinceramen­te para fazer a Vontade Divina: amar e perdoar, crer e ajudar, aprender e servir.
       Filhinho, aí está a Parábola do Semeador. Me­dite nela. Que você, guardando a humildade de cora­ção, se esforce para ser, se ainda não o é, o bom terreno, que recebe os grãos de luz do Divino Semea­dor e dá muitos frutos de sabedoria e bondade"
(Do livro Histórias que Jesus contou - Clóvis Tavares)
 

Depois de contar a história e explica-la, pedir para as crianças ilustrarem.

Parábola do credor sem compaixão

Contar a seguinte história, baseada na parábola que Jesus contou, mas com linguagem dedicada as crianças:
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A PARÁBOLA DO CREDOR INCOMPASSIVO


(Mateus, capítulo 18º, versículos 23 a 35)

 

Há muito tempo e muito longe daqui, havia um rei que governava um grande e rico país.

Esse rei tinha muitos ministros que se conside­ravam seus servos, tão grande era o poder de seu grande chefe.

Cada ministro exercia uma tarefa e uma função determinada no governo daquele país.

 
Um dia, o rei chamou os seus servidores (que eram os tesoureiros e oficiais de sua corte) para fazer contas com ele. Todos teriam que prestar contas ao monarca. Alguns haviam feito empréstimos e era chegada a hora de pagar suas dívidas ao rei.

Chegou, primeiramente, um importante servidor, que era uma espécie de tesoureiro do reino. Feito o balanço, foi verificado que ele devia ao rei a grande quantia de dez mil talentos. (O talento era uma moe­da antiga que valia mais ou menos vinte mil cru­zeiros). A dívida total do ministro era, pois, de DU­ZENTOS MILHÕES DE CRUZEIROS, que ele ha­via retirado do tesouro real para suas despesas extra­vagantes de homem pródigo.
                                                                  
Esse oficial gastara no jogo e no luxo essa quan­tia fabulosa e agora não tinha possibilidade de pa­gar sua dívida ao rei.

Naquele tempo, as leis dos países orientais orde­navam que fosse vendido, juntamente com sua espo­sa, seus filhos e seus bens, aquele que não pudesse pagar suas dívidas ou restituir seus roubos. Foi o que o rei fez, O seu ministro não tinha com que pagar o débito, O rei, então, ordenou que ele, sua esposa e seus filhos fossem vendidos para pagamento da dívida.

Ouvindo o julgamento do rei, o grande servidor ajoelhou-se diante dele e suplicou-lhe, entre lágrimas e lamentações:

Senhor, tem piedade, tem paciência comigo. Eu trabalharei e te pagarei tudo.

O  soberano encheu-se de compaixão por aquele infeliz homem, que gastara loucamente seu dinheiro e agora estava reduzido à miséria. E perdoou-lhe a dívida.

O  tesoureiro saiu do palácio real com o-coração aliviado pelo perdão de seu senhor. Era agora um pobre, estava reduzido à miséria, mas, estava em liberdade e sentia-se feliz: tinha sua mulher, seus filhos e sua casa. Haveria de trabalhar para viver, trabalharia muito — pensou...

Não muito longe do palácio, encontrou, no en­tanto, um pobre servidor do rei, a quem, há muito tempo, ele emprestara a pequena quantia de cem denários, que em nossa moeda correspondem a cer­ca de TREZENTOS CRUZEIROS.

O  tesoureiro do rei estava na miséria... E ali estava, a poucos passos dele, alguém que lhe devia algum dinheiro...

Esquecendo-se do perdão do bondoso rei, que ti­vera compaixão dele, o tesoureiro avançou para o pobre homem e, segurando-o pela garganta, sem a menor piedade, foi-lhe gritando:

Paga o que me deves... Paga-me os cem dená­rios, já, sem demora...

E, cruelmente, sufocava o pobre servidor do pa­lácio. Este conseguiu ajoelhar-se diante do tesoureiro e, chorando, sem forças, suplicou:

Senhor, tem piedade, tem paciência comigo. Eu trabalharei e te pagarei tudo.

Mas, o tesoureiro era um homem duro de cora­ção e não atendeu ao pobre devedor. Esqueceu-se de que, momentos antes, ele estava na mesma situação, com uma dívida imensamente maior e fora perdoado pelo rei... Mandou prender o infeliz companheiro até que lhe pagasse a dívida.

Aconteceu, porém, uma coisa que o tesoureiro não esperava. Alguns oficiais da corte, que assis­tiram à cena do perdão do soberano, passavam pela rua justamente no momento em que o tesoureiro apertava a garganta do seu pobre devedor e este lhe suplicava inutilmente misericórdia.

Os oficiais ficaram profundamente tristes quan­do viram o pobre devedor ser levado para a prisão, por uma dívida tão pequena, por ordem de quem havia sido perdoado por uma dívida tão grande. E, imediatamente, voltaram à presença de Sua Majes­tade para contar-lhe tudo que viram e ouviram.

Então, o rei mandou que seus soldados fossem buscar o tesoureiro. Quando este chegou diante do trono, muito amedrontado e acovardado, o rei lhe disse:

— Servo malvado, eu perdoei a tua dívida porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, ter com­paixão de teu devedor como eu tive de ti? Mas, como és maldoso e não tiveste misericórdia de teu próximo, não mereces a liberdade. Irás para a prisão até paga­res tudo que me deves".

Depois de contada a história seguir explicando o que Jesus quis ensinar. Segue sugestão de explicação do mesmo livro:


"Termina Jesus a Parábola dizendo, numa adver­tência que não se deve esquecer: “Assim vos fará também meu Pai Celestial, se do coração não per­doardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas

Entendeu, querida criança, a Parábola do Cre­dor Incompassivo?

O rei representa Deus, que é o Rei do Universo. Ele nos tem perdoado uma dívida imensa. Nossa presença na Terra (nossa atual encarnação) signi­fica um aspecto do imenso perdão de Deus para co­nosco. Imensa era nossa dívida para com Deus (tal como a do tesoureiro), dívida representada pelas nossas muitas culpas e pecados através de muitas encarnações. Deus nos oferece, agora, o Seu Perdão através de nova oportunidade, nesta atual existên­cia, para nos corrigirmos e buscarmos a perfeição de nossos espíritos. Não se esqueça disso, filhinho.

       Lembremo-nos sempre do Perdão Divino, sobre­tudo quando formos ofendidos por alguém. Por maior que seja a ofensa que alguém nos faça (calúnia, per­seguição, intriga, brutalidade, etc.), lembremo-nos de que muito mais temos ofendido a Lei Divina com as nossas rebeldias, nesta vida atual e em nossas exis­tências passadas.

       Por maior que seja a maldade que alguém nos faça, saibamos perdoar-lhe essa dívida moral, recor­dando a parábola. Pensemos assim: qualquer ofen­sa, por maior que seja, não passa de cem denários (trezentos cruzeiros), se ela pudesse ser calculada em dinheiro. E pensemos também, filhinho, usando a mesma comparação, que nossa dívida para com Deus é infinitamente maior: é de dez mil talentos (DUZENTOS MILHÕES DE CRUZEIROS)!...

       Saibamos perdoar sempre, qualquer que seja a ofensa, que é sempre pequena comparada com as ofensas que temos feito à Divina Majestade de nosso Rei do Céu.
       Perdoemos sempre, querida criança, nunca es­quecendo as misericórdias de Deus. Ele sempre se­meou bênçãos auxiliadoras sobre nossos espíritos culpados, oferecendo-nos novas oportunidades de reparação e progresso. Imitemos nosso Pai do Céu e não o tesoureiro da Parábola"
(Tirado do livro: Histórias que Jesus contou - Clóvis Tavares)

Atividade:
Pedir para as crianças ilustrarem a história

Orai e Vigiai

Jesus certa vez explicou aos seus discípulos uma lição muito importante: "Orai e vigiai para que não caias em tentação". Para ensinar isso ele contou a parábola das 10 virgens.(Contar essa história ás crianças conforme o livro:Histórias que Jesus contou, Clóvis Tavares.Veja na integra no seguinte link:  http://www.centronocaminhodaluz.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=153:a-parabola-das-dez-virgens&catid=66:parabolas&Itemid=94 )


Mas então o que Jesus quis dizer?


Perguntar ás crianças:
O que é Orar?
O que é vigiar?


Orar é tirar um momento de sua vida para conversar com Deus.De preferencia num ambiente calmo, silencioso, para que não haja interferência, distração.
Vigiar é estar atento, desperto para tudo o que acontece em sua vida.
Jesus quis dizer que rezar, orar, conversar com Deus, é importante e necessário pois assim nós mantemos a ligação com Deus e com tudo que nos envolve com energia positiva, boa.
Além disso, é preciso estar sempre atento, pois em algum momento poderá acontecer algo ruim que nos desequilibra e nos dá vontade de reagir de forma errada.
Vigiar é estar atento pra isso e não deixar se influenciar pelas energias negativas que esses fatos trazem.
Respirar fundo e ouvir o que seu coração lhe diz sobre o que é certo ou errado!
Então se queremos seguir o caminho do bem devemos seguir esse conselho de Jesus desde o amanhecer:Orai e vigiai!


Atividade: 
Fazer o Jogo Caminho da vida. Numa cartolina, desenhe um caminho onde algumas pedras revelam uma mensagem (ganha pontos ou perde pontos!).Ganha quem chegar primeiro!



Obs: Pode ser feito em grupos.
Necessário: marcadores e dado (para sortear quem começa e quantas pedras anda.)


Mensagens:
INICIO:FAÇA UMA PRECE PARA COMEÇAR BEM O DIA.BOA JORNADA!
CASA 3:CUMPRIMENTOU A DONA DO ARMARINHO E AJUDOU ELA A ABRIR AS PORTAS.EM AGRADECIMENTO ELA LHE DEU UMA VISEIRA E UM SUQUINHO.AVANCE 3 CASAS
CASA 5: O SOL ESTÁ MUITO FORTE!SERÁ MELHOR PARAR PARA BEBER ÁGUA!PASSE A VEZ!(CASO TENHA PARADO NA CASA 3, COMO GANHOU VISEIRA E SUCO NÃO PRECISA PARAR!)
CASA 8: QUE TORÓ!VOLTE CORRENDO PARA COMPRAR UM GUARDA-CHUVA!VOLTE 5 CASAS!(CASO JÁ TENHA COMPRADO, AVANCE 3 CASAS)
CASA 10: PUXA! O GATINHO ESTÁ SE AFOGANDO!APESAR DA PRESSA, PRECISA PARAR PARA SALVÁ-LO.DEPOIS DÊ UMA CORRIDINHA E PULE 4 CASAS.
CASA 12:VOCÊ ENCONTROU UMA NOTA DE R$ 10,00.VIU QUE TEM UM MOÇO PROCURANDO ALGO.O QUE VOCÊ FAZ?
A)PERGUNTA SE É DELE O DINHEIRO
B)PEGA O DINHEIRO DISFARÇADAMENTE E CONTINUA CAMINHANDO.
(RESPOSTA CERTA:A. AVANCE 3 CASAS!SE RESPONDER B:VOLTE 3 CASAS E REFLITA SOBRE A FRASE "ORAI E VIGIAI")
CHEGADA: PARABÉNS!VOCÊ FEZ SUA JORNADA ORANDO E VIGIANDO E CONSEGUIU CHEGAR NO FINAL COMO PESSOA DO BEM!CONTINUE ASSIM!