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Não siga um caminho qualquer

O vídeo a seguir conta a história de um bom menino que foi influenciado por alguns maus meninos a fazer uma coisa errada... e se arrependeu depois.
Se ele sabia que não era certo por que fez?
Várias vezes encontramos pessoas que nos chamam para fazer algo que não é certo, só porque é "divertido" e ninguém está vendo. Por quê?
Não devemos nos influenciar por pessoas que parecem legais, "descoladas", e que fazem coisas erradas e se safam. Vamos ser corretos. Todos temos a ganhar.
 
Depois da historinha cantar a música do desenho e desenhar a história.
 
 
 

Afabilidade e doçura: Gentileza

Gentileza:


Conceito: Ser gentil é ser bom, fazer o bem nos atos mais simples da vida.
Evangelho Segundo o Espiritismo: A afabilidade e a doçura - instruções dos espíritos, capítulo IX: Bem-aventurados os que são brandos e pacíficos.
"Gentileza gera gentileza".


Contar as seguintes fábulas de Esopo:

1- A formiga e a pomba



Uma formiga bebia água num rio quando de repente acabou sendo arrastada por uma correnteza.
Uma pomba que observava a cena, arrancou uma folha e jogou sobre a correnteza perto da formiga.
A formiga subiu na folha e pode flutuar sobre a água com segurança até a margem do rio.

Pouco tempo depois um caçador de pássaros que estava escondido sob as árvores, vendo a pomba, se preparou para caçá-la. Ele preparou uma armadilha para a pomba: colocou visgo no galho que ela dormia sem que ela percebesse.

A formiga, que de baixo via tudo, percebendo a má intenção do caçador deu-lhe uma ferroada no pé. O caçador levou um susto, deixando assim, sua armadilha cair. A pomba despertou e voou para bem longe se salvando.

Moral da história: Nenhum ato de boa vontade ou gentileza é em vão.


2- O carvalho e o junco



O carvalho havia crescido forte, robusto, à beira de um rio, mas foi arrancado por uma forte ventania num dia de tempestade e acabou sendo levado pela correnteza.

Assim, a árvore que era frondosa, seguia a correnteza do rio, quando de repente seus galhos encalharam em um trecho de água rasa da curva do rio, e parou em frente a uma moita de juncos que crescia na margem do rio.

Triste com a situação em que se encontrava, lamentou para as plantinhas:
-Gostaria de ter sido como vocês que apesar de serem frágeis e fininhos, não são tão prejudicados pelos fortes ventos.

Um dos juncos respondeu:
-O problema meu amigo, é que você quis lutar contra o vento e acabou derrotado. Nós, ao contrário, nos curvamos diante do mais leve sopro de vento. Por isso permanecemos são e salvos.

Moral da história: Para vencer os obstáculos mais difíceis não devemos usar a força, mas a gentileza e a humildade. 


Atividade:

1- Comentar com as crianças os atos dos personagens:
  • Em quê a pomba foi gentil com a formiga?
  • Como a formiga agradeceu a gentileza?
  • O carvalho era gentil?
  • Os juncos eram gentis?
  • Vale a pena ser gentil?

2- Como podemos ser gentis no dia-a-dia? Dar às crianças exemplos como: ceder lugar na fila aos menores, compartilhar guarda-chuva, dividir o último lanche, dar passagem pra quem estiver com pressa... Esperar que elas também deem exemplos.


Lembrar que é preciso ser gentil e bom não só quando se tem gente olhando - mas em todos os momentos de nossas vidas.


A formiguinha, o pássaro e o velhinho

Certa vez, uma fileira de formiguinhas, iam em busca de comida na cozinha de um casa de velhinhos. De repente, uma delas ficou presa no açúcar do fundo de um copo: "-Socorro! Alguém me ajude! Meu pezinho ficou preso, não consigo sair!"-Gritou a formiguinha. 


Vendo que ninguém apareceu pra ajudar, começou a lamentar: "-Então é assim? Depois de passar toda a minha vida ajudando é assim que me agradecem? Sempre fui tão prestativa, tão trabalhadeira e agora... É isso que mereço?" Não parou por aí: "-Nem Deus teve piedade de mim! Será que as formigas não merecem o amor de Deus?"
O que ela não sabia, é que suas amigas haviam voltado para ajudá-la mas a dona da casa ,uma senhora bem velhinha, havia tirado o copo da mesinha e colocado dentro da pia. Então, elas perderam as pistas da companheira.

 Logo ali pendurado na porta da cozinha, numa gaiola, um passarinho lamentava sua sorte: "-Puxa vida! Sou um passarinho infeliz mesmo! Enquanto os pardais voam livremente pelos céus da cidade, vivo preso aqui nessa gaiola. Que vida ingrata! Que injustiça! Sempre fui um passarinho tão comportado, nunca fiz mal a ninguém e não tive direito a voar pelos céus. Nem Deus teve piedade de mim! Será que os passarinhos não merecem o amor de Deus?"

O que ele não sabia é que, do lado de fora da casa, estava um gato de rua sempre á espreita, esperando o próximo passarinho desavisado para abocanhar. Já tinha visto aquela gaiola e torcia para o dia em que o passarinho conseguisse fugir!

Logo ali, no quarto ao lado da cozinha, o senhor, mais velhinho ainda, estava de cama. A senhora, que andava devagarinho de tão velhinha, lavou o copo, pôs café e levou para ele "-Tome querido. Mais tarde a vizinha nos trará uma sopa para almoçarmos!" Aquele café era a única coisa que tinham para se alimentar naquela manhã...
Então o senhor que de tão triste nem falava, pensou: "-Que tristeza... Antes eu era jovem, forte, trabalhador. Nunca deixei faltar nada em casa agora vejo minha velha mendigando comida... Que injustiça! Não mereço tanto sofrimento!" Fechando os olhos pra claridade que entrava pela janela aberta reclamou: "-Nem Deus teve piedade de mim! Será que não mereço o amor de Deus?"

O que ele não sabia é que logo ali do seu lado, a velhinha que segurava sua mão, havia acordado cedo, feito café, trocado a água e colocado sementes pro passarinho. Enquanto pendurava a gaiola na porta, percebeu  o gatinho em cima do muro só admirando o pássaro e pensou: "-Ainda bem que você me tem! Sendo de cativeiro desde quando nasceu, não teria a menor chance com esse aí! Não aprendeu a voar!" E sorrindo lembrou do dia em que o marido o trouxe de presente dizendo: "-acho que ele precisa de uma mãezinha!"
Sentada ao lado do marido pensou: "-Sou uma mulher muito abençoada! Tenho saúde pra poder cuidar do passarinho e do meu velho. Tenho vizinhos tão bondosos que sempre estão nos trazendo o que comer! Deus é mesmo muito bom!


Moral da história: todos nós passamos por problemas, dificuldades uma hora ou outra em nossas vidas.A diferença está em como encaramos esses problemas.Podemos escolher ser como a formiga – que só pensou em reclamar das amigas e de Deus sem sequer tentar sair por si só!; ou como o passarinho que só sabe lamentar da liberdade que não tem, mas não vê o quão especial sua vida é; ou mesmo ser como o velhinho, que reclama de tudo ao invés de sentir grato pelo amor e carinho da esposa.Podemos enfim, escolhermos ser como a velhinha:enxergar as dificuldades, mas encará-las de frente e agradecer á Deus por ter como combatê-las: com coragem, força e amor no coração!

(Autora: Patrícia de Oliveira Simões)