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Irmã Sheilla e a lição da semente

Quem foi irmã Scheilla?

Viveu na Alemanha  durante a 2ª Guerra Mundial. Falecera aos 28 anos,  soterrada durante um bombardeio, enquanto, como enfermeira, cuidava de crianças vítimas da guerra .




Já no plano espiritual, resolveu atuar no Brasil prestando assistência, principalmente na área da saúde.
Ela se materializou (explicar às crianças o que é isso) várias vezes após a 2ª Guerra em reuniões mediúnicas no Brasil: uma moça loira, de tranças, olhos azuis, vestida de avental branco (como enfermeira) e acompanhada de perfume de flores. 



Em 1978, materializou rosas, através do médium Divaldo Pereira Franco. Distribuiu a todos ali presentes e mandou uma mensagem para a Casa que, em sua homenagem, adotou se nome - Fraternidade Espírita Irmã Scheilla.


Elegia à Semente 

(Para melhor entendimento às crianças, adaptei esse texto em aula, porém aqui, segue conforme foi escrito, somente a parte utilizada).



Guardada em vasilhame precioso, a semente pensava: 
-Que será de mim, aqui esquecida e transformada em adorno?


no fruto a semente



Levada ao solo generoso, onde foi sepultada, exclamou: 
-Deus meu, morro asfixiada, sofrendo o fardo de terra que me esmaga.


semente plantada



Aquecida e abençoada por suave umidade, experimentou a transformação interna e, arrebentando-se, gritou na cova: 
-Despedaço-me e não sei o que sucede!


semente vira muda



Desdobrando delicada raiz que se aprofundou no solo e erguendo uma frágil haste, saiu da intimidade do sepulcro e sentiu a tepidez do sol, a brisa da manhã, e inquieta, interrogou: 
-Onde me encontro? Que se passa comigo?


a plantinha cresce



Lentamente experimentou a agressão das pragas, a chuva torrencial, a canícula e o vendaval, mas entendeu que a vergôntea adquiriu resistência, desdobrou a ramagem, sentiu-se segura, no entanto, voltou a perguntar:
-E agora, que sucederá comigo tão modificada?


Plantinha e o tempo



O tempo silencioso e calmo seguiu o seu curso e a antiga semente, ora transformada em planta robusta, cobriu-se de flores e então sorriu exclamando:
-Eu sou beleza, perfume e benção.


Árvore florida




Por fim, quando as flores cederam lugar aos frutos e a outras sementes, ela gritou exultante: 
-Eu sou vida e sou filha de Deus!


Árvore feliz
História adaptada.
Ilustrações: Patrícia Simões


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O quê aprendemos com essa história?



Que em alguns momentos da vida, com certeza passaremos por certas dificuldades, mas devemos acalmar nosso coração pois esses acontecimentos são necessários para nossa evolução.

Para a semente se tornar uma planta forte e frutífera, antes precisou passar por momentos difíceis: se quebrou, teve que ultrapassar a barreira da terra, sofreu com o calor, com o vento, com as pragas, com a chuva, mas resistiu bravamente e no final viram no que se transformou!

Então crianças, em todos os momentos difíceis que passarem lembrem-se dessa história e tenham confiança nas Leis de Deus.


Atividade:

Com papel crepom vermelho e verde fazer uma flor em homenagem à irmã Scheilla!


sugestão

Madre Teresa de Calcutá


Madre Teresa de Calcutá: a mãe dos pobres!


Agnes Gontxha Bohaxhiu era o verdadeiro nome de Madre Teresa de Calcutá. Nasceu em 26 de agosto de 1910 na Albânia. Filha de um próspero comerciante, mãe e dois irmãos de família muito religiosa.

Desde moça ingressou na vida religiosa (Congregação Mariana). Através de cartas escritas por missionários jesuítas da Índia, tomou conhecimento de como vivia o povo indiano: miséria material e espiritual. Então sentiu o desejo de unir-se a eles.

Apesar de perder seu pai muito jovem, sempre teve o amparo da mãe que, apesar de toda dificuldade, conseguiu educar os três filhos dando uma exemplar educação humana, além dos ensinamentos de Jesus.

Em 1931 recebeu o nome de Teresa (homenagem à santa Teresinha do menino Jesus). Passou a dar aula no colégio de Santa Maria, da Congregação de Nossa Senhora de Loreto, em Calcutá, onde permaneceu por muitos anos. Todas gostavam muito dela: além de ser ótima professora tinha muito amor e muita dedicação a tudo que fazia.

Durante uma viagem de trem que fazia em 10 de setembro de 1946, quando ia ao Himalaia para se tratar de uma tuberculose e aproveitar para fazer um retiro espiritual, recebeu uma inspiração diante do estado precário de miséria e falta de higiene as quais viajam todos ali:
 "Naquele trem, com os meus trinta e seis anos, percebi no meu interior um chamado para que renunciasse a tudo e seguisse a Cristo nos subúrbios, servindo-Lhe através dos mais pobres dos pobres. Foi quando compreendi que Deus desejava isso de mim..." (Madre Teresa de Calcutá)
Assim, Teresa já não conseguia mais se omitir diante da desesperadora situação a que todos os pobres e excluídos de Calcutá eram submetidos. A partir de então começou a se questionar como poderia ajudá-los.

Ao voltar a Calcutá, procurou a Igreja e expôr sua vontade de dedicar-se exclusivamente aquele povo. A pedido da Igreja aguardou um ano pois se tratava de uma decisão muito séria.
Enquanto esperava, voltou a dar aulas.

Após autorização dada pelo Papa Piu XII desligou-se da Congregação das Irmãs de Loreto para dedicar-se exclusivamente ao amor ao próximo.
No principio passou muitas dificuldades em Calcutá, pois o pouco dinheiro que lhe restava deu aos pobres.

O primeiro passo de madre Teresa foi fazer um curso de enfermagem onde aprendeu a administrar medicamentos  e a cuidar de doentes, para cumprir sua missão.


"A pobreza não foi criada por Deus. Nós é que a causamos – você e eu – devido ao nosso egoísmo" (Madre Teresa de Calcutá)

Como nosso Deus é Pai, Ele logo a recompensou e a amparou, de maneira que, aos poucos tudo foi sendo providenciado: abrigo, donativos, pessoas  para a auxiliarem...

Nada a fez desistir, nem a falta de segurança, ou as muitas dificuldades pelas quais estava passando, pois tinha a maior de todas as certezas: O AMOR! Sabia que o amor poderia, de fato, mover montanhas, salvar vidas e resgatar almas! Tudo porque acreditava realmente em seu chamado:

"Não! Não voltarei atrás. A minha comunidade são os pobres. A sua segurança é a minha. A sua saúde é a minha. A minha casa é a casa dos pobres. A sua segurança é a minha. A sua saúde é a minha. A minha casa é a casa dos pobres; não apenas dos pobres, mas dos mais pobres dos pobres. Daqueles de quem as pessoas já não querem aproximar-se com medo de contágio e da porcaria, porque estão cobertos de micróbios e vermes. Daqueles que não vão rezar, porque não podem sair nus de casa. Daqueles que já não comem, porque não têm forças para comer. Daqueles que se deixam cair pelas ruas, conscientes de que vão morrer, e ao lado dos quais os vivos passam sem lhes prestar atenção. Daqueles que já não choram, porque se lhes esgotaram as lágrimas." (Madre Teresa de Calcutá)

Senhor Michael Gomes, um grande amigo que a auxiliou por toda a vida providenciou o primeiro alojamento; e as primeiras vocacionadas a unir-se à Madre Teresa, foram algumas de suas ex-alunas.

Ainda no ano de 1949 começou a dar aulas para um grupo de cinco crianças, num bairro muito humilde. Pouco a pouco, o grupo foi crescendo, e depois de apenas dez dias já eram cerca de cinqüenta crianças. Ensinava-lhes além do abecedário, noções de higiene (sendo que muitas vezes iniciava a aula lavando as faces de seus alunos) e conceitos de moral também. 


Tendo abandonado o hábito da Congregação de Loreto, nessa nova etapa a Irmã Teresa adotou um sari branco, com faixas azuis, em homenagem à Virgem Maria. Assim, ela começara a levar aos necessitados - mais do que quaisquer donativos - ela levava-lhes amor, carinho e respeito, revelando-lhes Jesus através de gestos, palavras e obras concretas.


Em pouco tempo, ela tornou-se muito conhecida, respeitada e amada por todos. Por onde quer que ela passasse, pessoas doentes, famintas, deficientes e desesperadas, gritavam por ela, vendo nela a esperança, que lhes fora roubada.

A miséria e a doença atingiam todas as faixas etárias, em diversas situações. Assim, Madre Teresa foi abrindo uma casa para cada caso específico: mulheres grávidas, moribundos, doentes, crianças abandonadas, aidéticos, etc.:

Casa da Esperança: (1952) As Missionárias da Caridade inauguraram o lar infantil.
Casa do Moribundo: Ao ver tantos moribundos agonizando pelas ruas, sem que ninguém prestasse atenção, madre Teresa pediu às autoridades que lhe desse um local para que pudesse socorrê-los. E conseguiu.
A partir daí, esta congregação passa a ser conhecida por toda a Índia e a seguir por todo o Mundo.
Em 15 de outubro de 1979, recebeu o prêmio Nobel da Paz, tornando-se mundialmente conhecida e admirada.
Em 5 de Setembro de 1997 sua missão chega ao fim, mas sua obra continua crescendo: em 2003 já haviam mais de 700 casas, em mais de 100 países!


Poema da Paz

O dia mais belo? Hoje
A coisa mais fácil? Equivocar-se
O obstáculo maior? O medo
O erro maior? Abandonar-se
A raiz de todos os males? O egoísmo
A distração mais bela? O trabalho
A pior derrota? O desalento
Os melhores professores? As crianças
A primeira necessidade? Comunicar-se
O que mais faz feliz? Ser útil aos demais
O mistério maior? A morte
O pior defeito? O mau humor
A coisa mais perigosa? A mentira
O sentimento pior? O rancor
O presente mais belo? O perdão
O mais imprescindível? O lar
A estrada mais rápida? O caminho correto
A sensação mais grata? A paz interior
O resguardo mais eficaz? O sorriso
O melhor remédio? O otimismo
A maior satisfação? O dever cumprido
A força mais potente do mundo? A fé
As pessoas mais necessárias? Os pais
A coisa mais bela de todas?O amor


Madre Teresa de Calcutá
 

Observai os pássaros do Céu


1° momento: despertar (músicas para acordar e alongamento)
2°momento: prece
3° momento: Tema


Observai os pássaros do céu 


(evangelho segundo o espiritismo páginas :357 à 359)

Sentar com as crianças e mostrá-las figuras de pássaros e flores diversas. Enquanto eles olham ir ressaltando suas qualidades. Suas cores tão lindas que nenhuma tinta consegue pintar. Penas tão bem feitas e pétalas tão sensíveis que nenhum ser humano consegue reproduzir.

Os pássaros tem cantos maravilhosos (tentar reproduzir com as crianças assobiando). Por mais que nos esforcemos não conseguimos fazer igual. 

As flores tem perfumes que o ser humano aproveita para reproduzir (levar uma rosa para sentirem o perfume), mas nunca é igual!




Fotos tiradas da Internet


Os pássaros são seres simples que vivem na natureza e dela sobrevivem. Deus lhes deu toda sua beleza, suas penas que lhes protegem do frio e lhes ajudam a voar, seu alimento, sua casa...

A flores também são seres simples que vivem na natureza com cores maravilhosas, perfumes deliciosos e cada uma mais bela que a outra!

Se Deus teve esse carinho com os pássaros e as flores lhes dando beleza para vesti-las e alimentos para os pássaros sobreviverem, por quê Ele abandonaria nós seres humanos que também somos seus filhos?

Ele também nunca nos abandona. Se nós acreditamos no seu amor, se temos fé e confiamos Nele, nada nos faltará!

Contar uma história:


O fazendeiro rico



Um homem muito rico, dono de uma fazenda recebeu a notícia do empregado:
-Sinhô, seu celeiro tá lotado, não cabem todas as sementes colhidas! O quê fará com o que sobrar?
O dono da fazenda disse orgulhoso:
-Mandei fazer outro celeiro! Não vou perder nada!

O empregado, desapontado, voltou para casa. Pensou que o fazendeiro ia distribuir o que sobrasse para os empregados que a anos não ganhavam aumento... Em casa, deu a notícia a esposa e ela disse:
-Não se entristeça homem! Deus, nosso pai, nunca há de nos faltar! - E abraçou o marido.

Semanas depois o dono da fazenda teve outra notícia:
-Sinhô, as sementes no celeiro ficaram cheias de mofo e bichos! Tudo será perdido!
O fazendeiro, nervoso, mandou queimar tudo já que não ia ganhar dinheiro!

O empregado, entristecido, voltou pra casa. Pensou: "Quanto desperdício! Podia ter matado a fome de muita gente..." Em casa, contou a história pra esposa. Ela lhe disse:
-Não fica assim marido! O nosso nunca há de faltar! Deus nos ajudará! - E beijou-lhe na testa.

Alguns meses depois, o fazendeiro ficou cheio de dívidas. Ia perder a fazenda! Ficou arrasado, triste...

O empregado e sua esposa vieram lhe visitar e trouxe a seguinte notícia:
-Sinhô, todos os empregados juntaram dinheiro e pagaram suas dívidas! O sinhô não vai mais perder sua fazenda!
O fazendeiro, envergonhado, começou a chorar. Mesmo não sendo um bom patrão os empregados fizeram-lhe o bem!

A esposa do empregado, entregando um chá de camomila ao patrão, falou:
-Deus é nosso pai, nunca nos abandona. Eu sempre rezei para que um dia Ele tocasse seu coração. E Ele nos deu uma lição.

Nesse dia, o fazendeiro deu aumento para os empregados e disse que, a partir daquele dia, o que sobrasse da colheita ia ser dividido entre eles!
Nesse mesmo dia, uma luz branca cobriu toda a fazenda...

autora: Patrícia Simões (inspirada no Evangelho Segundo o Espiritismo)



Atividade:

Fazer com as crianças cartõezinhos, que podem ser usados como chaveiro, desenhando um pássaro ou uma flor e com os dizeres: "Deus está aqui".

Em seguida ensinar a música: Deus Está Aqui





Deus está aqui sim ele está aqui tão certo como o ar que
eu respiro tão certo como o amanhã que se levanta
tão certo como eu te falo e podes me ouvir
Jesus está aqui sim ele está aqui tão certo como o ar que
eu respiro  tão certo como o amanhã que se levanta
tão certo como eu te falo e podes me ouvir
Maria está aqui sim ele está aqui tão certo como o ar que
eu respiro  tão certo como o amanhã que se levanta
tão certo como eu te falo e podes me ouvir.

Deus está aqui sim ele está aqui tão certo como o ar que
eu respiro tão certo como o amanhã que se levanta
tão certo como eu te falo e podes me ouvir
Jesus está aqui sim ele está aqui tão certo como o ar que
eu respiro tão certo como o amanhã que se levanta
tão certo como eu te falo e podes me ouvir
Maria está aqui sim ele está aqui tão certo como o ar que
eu respiro  tão certo como o amanhã que se levanta
tão certo como eu te falo e podes me ouvir


Parábolas de Jesus II: A casa sobre a rocha

Tema: Parábolas de Jesus II: A casa sobre a rocha



  • 1°momento: despertar- alongamento e músicas
  • 2° momento: prece de abertura
  • 3°momento: Contar a parábola da casa sobre a rocha fazendo os sons da chuva, do vento, da enchente. Buscar a participação das crianças.  
 

A casa sobre a rocha

by Michelle Simões
Todo aquele que escuta
minhas palavras e as pratica,
Assemelha-se ao homem
Prudente,que edificou
Sua casa sobre a rocha
E nela se agasalhou.

E logo desceram as chuvas
E transbordaram os rios
E sopraram ventos fortes,
A casa não se abalou
E ele não sentiu frio.

Eis que a casa é segura,
Construída sobre a pedra,
As paredes estão bem firmes
E a base não se arreda.

mas o que ouve essas palavras,
E não as segue jamais,
assemelha-se ao homem
Que construiu seu abrigo
No meio dos pantanais.

Edificou a morada,
Sem alicerce, na areia,
Vieram as tempestades,
Destruíram-na, ficou feia.

É a lição de prudência
Que todos devemos ter;
Estudando e labutando,
Para em paz sobreviver!

(texto tirado do livro Evangelho em quadrinhas autor:Irmão Jota ed:Petry)




Em seguida explicar a moral da história:

Quem segue as lições dadas por Jesus permanece firme, nada o abala. Pois tem Fé em Deus.
Porém, quem conhece seus ensinamentos mas não entende, ou não liga, diante da primeira dificuldade se desmorona. Não tem fé.


Até a próxima!