31.1.12

Por que estamos aqui?

Neste momento, a sala deverá estar em silêncio, apenas com música ambiente suave, com luminosidade também suave.
Sentados em círculo, levantar as seguintes questões, pedindo para pensarem um pouco, mas não precisam responder:

Por que estou aqui hoje?
Por que minha mãe (ou tia, ou avó, ou pai...) vem pra cá hoje?
Pra que existe esta Casa, esta salinha?

Depois de uns minutos para pensar, dar a chance de responderem se quiserem.

Passar para perguntar um pouco mais difíceis:

Por que eu nasci?
Porque existe o planeta Terra?
Por que nasci nesta família?

Deixar pensarem...Mais uma vez não precisam responder.

De todas essas perguntas talvez vocês consigam responder algumas.Outras, nem eu ainda consiga!Mas é assim que tudo começa...

Vamos facilitar as coisas?

Fazer uma fila com as crianças e seguir em frente falando (a sala deverá estar preparada anteriormente, como se fosse uma trilha com objetos no meio do caminho e obstáculos para serem desviados):
Vamos imaginar que estamos fazendo um longo passeio (a nossa vida).Nesse passeio, ás vezes encontramos lugares difíceis de caminhar - com pedras no caminho, buracos, perigos...
Tudo fica mais fácil se tivermos um guia que nos mostre o caminho .Na nossa vida, esse guia é Jesus.
Então, se confiarmos nas orientações deste guia, seguiremos o passeio felizes, aprendendo muitas coisas boas e ajudando outras pessoas a aproveitarem melhor seu passeio.

Voltar a sentar em círculo.

Nossa evangelização é parte desse grande passeio, onde aprendemos coisas bem importantes sobre como viver melhor nesse mundo tão lindo feito por Deus.

Vamos fazer esse passeio ficar bem divertido?

Em seguida cantar músicas alegres, e contar as novidades que teremos na casa esse ano!

21.1.12

Unica dádiva

Para começarmos nossos trabalhos junto aos irmãos espirituais, nesse novo ano que se inicia, nada como uma mensagem para reforçarmos que temos dentro de nós tudo que mais precisamos para arregaçar as mangas e pôr mãos á obra:o amor de Deus.


Consta-se que Simão Pedro estava cansado, depois de vinte dias junto do povo.
Banhara ferimentos, alimentara mulheres e crianças esquálidas, e, em vez de receber a aprovação do povo, recolhia insultos velados, aqui e ali...
Após três semanas consecutivas de luta, fatigara-se e preferira isolar-se entre alcaparreiras amigas.
Por isso mesmo, no crepúsculo anilado, estava, ele só, diante das águas, a refletir...
Aproxima-se alguém, contudo...
Por mais busque esconder-se, sente-se procurado.
É o próprio Cristo.

- Que fazeis, Pedro? – diz-lhe o Senhor.
- Penso, Mestre.
E o diálogo prolongou-se.
- Estás triste?
- Muito triste.
- Por que?
- Chamam-me ladrão.
- Mas se a consciência te não acusa, que tem isso?
- Sinto-me desditoso: Em nome do amor que me ensinas, alivio os enfermos e ajudo aos necessitados. Entretanto, injuriam-me. Dizem por aí que furto, que exploro a confiança do povo... Ainda ontem, distribuía os velhos mantos que nos foram cedidos pela casa de Carpo, entre os doentes chegados de Jope. Alegou alguém, inconsideradamente, que surripiei a maior parte. Estou exausto, Mestre. Vinte dias de multidão pesam muito mais que vinte anos de serviço na barca.

- Pedro, que deste aos necessitados nestes últimos vintes dias?
- Moedas, túnicas, mantos, ungüentos, trigo, peixe...
- De onde chegaram as moedas?
- Das mãos de Joana, a mulher de Cusa.
- As "túnicas"?
- Da casa de Zobalan, o curtidor.
- Os mantos?
- Da residência de Carpo, o romano que decidiu amparar-nos.
- Os ungüentos.
- Do lar de Zebebeu, que os fabrica.
- O trigo.
- Da seara de Zaqueu, que se lembra de nós.
- E os peixes?
- Da nossa pesca.
- Então, Pedro?
- Que devo entender, Senhor?
-Que apenas entregamos aquilo que nos foi ofertado para distribuirmos, em favor dos que necessitam. A Divina Bondade conjuga as circunstâncias e confia-nos de um modo ou de outro os elementos que devamos movimentar nas obras do bem... Disseste servir em nome do amor...
- Sim, Mestre...
- Recorda, então, que o amor não relaciona calúnias, nem conta sarcasmos.
O discípulo, entremostrando súbita renovação mental, não respondeu.

Jesus abraçou-o e disse:
- Pedro, todos os bens da vida podem ser transmitidos de sítio a sítio e de mão em mão... Ninguém pode dar, em essência, esse ou aquele patrimônio do mundo, senão o próprio Criador, que nos empresta os recursos por Ele gerados na Criação... E, se algo podemos damos dar de nós, o amor é a única dádiva que podemos fazer, sofrendo e renunciando por amor...
O apóstolo compreendeu e beijou as mãos que o tocavam de leve.
Em seguida, puseram-se ambos a falar alegremente sobre as tarefas esperadas para o dia seguinte.





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