Os animais tem alma?


“O homem não é o único animal que pensa! É o único animal que pensa que não é animal.” (Pascal)

 Os animais têm alma?
Fazer essa pergunta as crianças e esperar que elas respondam.
Contar as seguintes histórias pra elas ( de forma reduzida, pode se usar recursos como ilustrações ou fantoches)


Chico Xavier tinha uma cachorra de nome Boneca, que sempre esperava por
ele, fazendo grande festa ao avistá-lo. Pulava em seu colo, lambia-lhe o rosto como se o beijasse. O Chico então dizia: - Ah Boneca, estou com muitas pulgas !!!! Imediatamente ela começava a coçar o peito dele com o focinho. Boneca morreu velha e doente. Chico sentiu muito a sua partida. Envolveu-a no mais belo xale que ganhara e a enterrou no fundo do quintal, não sem antes derramar muitas lágrimas. Um casal de amigos, que a tudo assistiu, na primeira visita de Chico a São Paulo, ofertou-lhe uma cachorrinha idêntica à sua saudosa Boneca. A filhotinha, muito nova ainda, estava envolta num cobertor, e os presentes a pegavam no colo, sem contudo desalinhá-la de sua manta. A cachorrinha recebia afagos de cada um. A conversa corria quando Chico entrou na sala e alguém colocou em seus braços a pequena cachorra. Ela, sentindo-se no colo de Chico, começou a se agitar e a lambê-lo.- Ah Boneca, estou cheio de pulgas !!!, disse Chico. A filhotinha começou então a caçar-lhe as pulgas e parte dos presentes, que conheceram a Boneca, exclamaram:- Chico, a Boneca está aqui, é a Boneca, Chico !!! Emocionados perguntamos como isso poderia acontecer. O Chico respondeu:- Quando nós amamos o nosso animal e dedicamos a ele sentimentos sinceros, ao partir,os espíritos amigos o trazem de volta para que não sintamos sua falta. É, Boneca está aqui, sim,e ela está ensinando a esta filhota os hábitos que me eram agradáveis. Nós, seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar. Portanto, quem chuta ou maltrata um animal é alguém que ainda não aprendeu a amar”

 


2 “Francisco de Assis que, no Século XIII tinha cuidados
extremos com os animais. Animais selvagens, maltratados por outras pessoas, costumavam fugir para junto dele. Em sua presença, encontravam refúgio. Frequentemente libertava cordeiros da ameaça da morte porque sentia
compaixão. Chegava a retirar minhocas da estrada para que não
fossem esmagadas pelos passantes. Ele chamava a todos os animais de irmãos e irmãs.” Fonte: internet


3 “No mês de janeiro de 1887, a senhora Bosc, viúva do eminente engenheiro, estava sentada perto da chaminé do nosso apartamento no número sete da rua de Lille, em Paris, quando o conde Levofl, presidente da Alta Corte de Moscou, chegando da Rússia, nos fez a primeira visita. Nós o havíamos apresentado à senhora Bosc e, enquanto eu escrevia, eles conversavam um com o outro. Em um dado momento, a senhora Bosc disse: Percebo ao vosso lado um cão que parece ser muito ligado a vós. É um grande terranova branco, com as patas e as orelhas pretas e uma estrela preta na testa. Tem em torno do pescoço uma coleira de prata, fechada por uma pequena cadeia, com a inscrição Serge Levolf e o nome do cão (que a vidente citou, mas o senhor Leymarie se esqueceu). Possui uma linda cauda comprida e vos acaricia, olhando para vós. A estas palavras os olhos do senhor Levofl se encheram de lágrimas e ele contou: Na minha infância eu era ágil e destro e meus pais me confiaram a guarda de meu cão, que foi exatamente descrito. Ele me salvou a vida por mais de uma vez, tirando-me das águas do rio em que estava a ponto de afogar-me. Tinha doze anos quando perdi o fiel amigo e chorei como se perdesse um irmão. Fico feliz ao saber que ele está perto de mim, com a certeza de que esses companheiros de nossas vidas tenham uma alma inteligente que sobrevive à morte do corpo e um perispírito graças ao qual podem reconstituir os seus corpos, com a coleira e a sua inscrição ainda. Posso, além disso, reconhecer na senhora um médium de grande poder, que despertou em mim recordações de há quarenta anos. Obrigado, madame, e que Deus a abençoe. A senhora Bosc viu ainda o cão fazer grandes manifestações de alegria e depois desaparecer pouco a pouco. Ora, nós não esperávamos o conde Levoff, que a senhora via pela primeira vez, e nenhuma relação nunca existiu entre nós. Da minha parte, eu não sabia que o nome próprio do conde era Serge.” Ernesto Bozzano (os animais tem alma?)

Como vimos crianças, os animais tem alma sim. Segundo o Livro dos Espíritos:

“É, porém, inferior à do homem. Há entre a alma dos animais e a do homem distância equivalente à que medeia entre a alma do homem e de Deus”.

“Após a morte, conserva a alma dos animais a sua individualidade e a consciência de si mesma? Conserva a sua individualidade; quanto à consciência do seu eu, não. A vida inteligente lhe permanece latente”

Então podemos concluir que os animais são seres que estão conosco nessa jornada na Terra para evoluirmos juntos. Assim como nós merecem respeito, cuidados, carinho.

 

Apelo em favor dos Animais

“Homens! Tratai bem os vossos animais, limpai-os, curai-os, alimentaios fartamente, dai-lhes descanso, folga no serviço, porque são eles que vos ajudam na vida, são eles que vos auxiliam na manutenção da vossa família, na criação dos vossos filhos!(...)Os animais domésticos são vossos companheiros de existência terrestre; como vós, eles vieram progredir, estudar, aprender! Sede seus anjos tutelares (...) (Cairbar Schutel - Gênese da Alma - págs. 118 a 120)

 


 “Animais tem Espíritos protetores - anjos de guarda? Os espíritos, por menores que sejam, nunca são desamparados por Deus, que lhes concede protetores espirituais, que os auxiliam na jornada da vida. (Cairbar Schutel - Gênese da Alma, p. 90)”

“Alguns Espíritos cuidam de grupos de animais e, a medida que vão evoluindo, o atendimento vai tendendo a individualização. (Álvaro – A Questão Espiritual dos Animais, p.68)”

Eles também evoluem, dentro da capacidade que é possível a um animal. Vamos cuidar bem deles pois como nos ensinou Jesus: Devemos amar ao próximo. Eles também são nossos próximos.

Sugestão de atividade:Pintar com as crianças mascaras de bichinhos:

 http://espacoeducar-liza.blogspot.com.br/2012/12/mascara-de-leao-mascaras-de-leao.html

Atenção: Prezados Evangelizadores, educadores, pais e responsáveis. A bibliografia espírita básica é categórica ao afirmar que os animais tem alma mas não espírito. Além disso não reencarnam. Devido á nossa incompreensão muitas coisas ainda não haviam sido esclarecidas. Porém na questão 610 do livro dos espíritos: “ter-se-ão enganado os Espíritos que disseram constituir o homem um ser á parte na ordem da criação?“Não, mas a questão não fora desenvolvida. Demais, há coisas que só a seu tempo podem ser esclarecidas, o homem é, com efeito, um ser á parte, visto possuir faculdades que os distinguem de todos os outros e ter outro destino. A espécie humana é a que Deus escolheu para a encarnação dos seres que podem conhecê-lo”

Para sugestão de pesquisa e curiosidade, acrescento aqui uma entrevista do autor do livro TODOS OS ANIMAIS MERECEM O CÉU. Este foi o título escolhido pelo autor e veterinário Marcel Benedeti para o livro que relata a reencarnação dos animais, a eutanásia, o sofrimento como forma de evolução desses seres, a existência de colônias que cuidam dos animais no plano espiritual e outras questões importantes. Segue entrevista realizada por Érika Silveira (Extraído da Revista Cristã de espiritismo nº 29, páginas 54-59).

Como o livro foi escrito?
Escrevi o livro em menos de um mês, durante os intervalos das consultas, espírito que ditou não quis se identificar.
As cenas foram surgindo em uma tela mental e ao mesmo tempo um espírito narrava os episódios. Outras vezes, não havia imagem, apenas a narrativa; nesses momentos se tornava mais difícil. Apesar de achar o livro maravilhoso, não acreditava que alguma editora pudesse se interessar pelo assunto. Mas certo dia estava ouvindo a rádio Boa Nova quando anunciaram o concurso literário espírita. Resolvi participar e acabei ganhando o concurso 2003-2004 e editando o livro pela editora Mundo Maior.
O que o livro acrescentar para os veterinários e pessoas que possuem animais?
Se as pessoas não tiverem a visão espiritual em relação aos animais, que eles tem espírito e sentimentos vão continuar tratando esses seres como objetos, como era há pouco tempo atrás. Essa onda de conscientização é recente.
Entramos na questão também de comer carne; cada um tem que perceber o que está fazendo. Eu mesmo comia carne e parei para pensar porque comia, se meu corpo recusava, me fazia mal... Mas quando comecei a lembrar as descrições feitas no livro a respeito do matadouro, passei a sentir repugnância da carne.

Sendo veterinário e espírita, como analisa a questão da eutanásia?


O ser humano tem o carma, o animal não. O animal tem consciência, mas muito mais restrita, em relação ao ser humano. Ele segue muito mais os seus instintos.
Então, como não tem carma, a eutanásia deve ser o último recurso utilizado; o veterinário deve fazer todo o possível para salvá-lo.
Se o animal estiver sofrendo muito e não existir outra maneira, o plano espiritual não condena, porque é um aprendizado tanto para o animal quanto para o dono que precisa tomar a decisão.
Os animais reencarnam?
Há um capítulo no livro que explica como ocorre a reencarnação dos animais. Este descreve que cada espécie de animal leva um tempo para reencarnar, mas por possuírem o livre-arbítrio ainda muito restrito, uma comissão avalia as fichas dos animais e estabelece o ambiente que deverão nascer e a espécie.
Como o conhecimento espiritual pode ajudar o veterinário no trato com os animais?
O veterinário, em geral, por natureza, mesmo não sabendo já é espiritualizado, pelo fato de gostar de animais e querer salvar a vida deles. Quando o veterinário adquire consciência de que o animal não é um objeto e sim um ser espiritual, que possui inteligência e sentimento, muda o seu ponto de visa, passa a enxergar os fatos de uma forma mais ampla. Com certeza se mais veterinários tivessem um conhecimento espiritual, o tratamento em relação aos animais seria melhor.
Como é aplicada a homeopatia para animais?
No Brasil, a homeopatia ainda é pouco aplicada nos animais porque muitos acham que não funciona. Só utilizo a homeopatia quando o dono do animal permite e, em casos mais graves, a homeopatia entra como terapia complementar, porque demora um pouco mais para trazer resultado e alguns casos são urgentes.
O uso da homeopatia é igual tanto para pessoas quanto para animais. A única diferença é que o animal não fala, então o dono precisa ser um bom observador para relatar a personalidade do animal para o veterinário, e muitas vezes, não possui as informações necessárias para um diagnóstico mais preciso.
Pergunto, por exemplo, se o animal gosta de quente ou frio, do verão ou do inverno, a posição em que dorme, entre outras perguntas do gênero.
Tive o caso, de um gato com câncer e que em decorrência da doença estava com o rosto deformado. Como tratamento ele melhorou 70%. Só não foi melhor porque esse gato saia e demorava a voltar e com isso interrompia o tratamento.
Cuidei também de um cachorro com problema de comportamento muito; agressivo. O animal, depois de 10 dias, parecia outro, muito mais calmo. Utilizo também florais para animais em casos emocionais. Se nós equilibramos emocional, o organismo ganha condições combater as bactérias.
E os próximos livros?
Já tenho na editora outro livro em análise que tem o título: Todos os animais são nossos irmãos. E já estou escrevendo o terceiro. Pelas informações que recebi do plano espiritual, serão seis livros.

Segue  vídeo com Divaldo Pereira Franco Evolução espiritual dos animais

 
 
Segue também um vídeo recente do Programa Transição: Os animais e o mundo espiritual
 

 

Vamos combater a violencia


Vamos combater a Violência

 
 
 


No mundo atual estamos diariamente diante de fatos violentos: assistindo a t.v - nos noticiários, nas ruas, no trânsito e até nas escolas! Com certeza não é esse o mundo que queremos.

Mas o que é violência?

(Deixar as crianças explicarem com suas próprias palavras e complementar)
 
 
 
 
Violência é um comportamento que causa intencionalmente dano ou intimidação moral a outra pessoa ou ser vivo. Tal comportamento pode invadir a autonomia, integridade física ou psicológica e até mesmo a vida de outro. É o uso excessivo de força, além do necessário ou esperado. O termo deriva do latim violentia (que por sua vez o amplo, é qualquer comportamento ou conjunto de deriva de vis, força, vigor); aplicação de força, vigor, contra qualquer coisa
(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre)
 
 
 
 
Por que será que existem pessoas tão violentas? (Esperar que as crianças pensem nas respostas e explicar baseado nas explicações abaixo)
 
 
 
A violência é uma das maiores chagas sociais, que se vai acumulando dentro de nós na medida em que nos afastamos da divindade. O homem perdeu o Norte de Deus, esqueceu a sua moralização, automatizou-se e hoje vê-se prisioneiro de um conjunto de normas sociais (anti-sociais) que o empurram para atitudes cada vez mais egoístas e violentas”
“Desde há dois mil anos que Jesus de Nazaré trouxe à humanidade um código de conduta que traria ao homem a felicidade. Esse código de conduta, esses ensinamentos ético-morais que Jesus deixou na Terra, são a garantia da paz, da felicidade, do bem-estar interior”
(Portal do espírito)
 
Para mais subsídios:
Acesse este link e veja as perguntas do grupo de estudo Allan Kardec aos autores espíritas Divaldo Pereira Franco e Richard Simonett.  http://grupoallankardec.blogspot.com.br/2010/10/por-que-tanta-violencia.html
 
Então crianças,como podemos combater a violência? (explique cada item)
 
·       Pratique a paz
·       Respeite as regras para viver bem em grupo
·       Seja responsável pelas suas atitudes
·       Não seja omisso (Relativo a omissão - que deixou de fazer ou dizer alguma coisa)
·       Ataque o problema não as pessoas
·       Converse para resolver
·       Comunique-se de forma clara
·       Ouça com atenção
·       Converse ao invés de acusar
·       Evite dar sermões
·       Esteja atento ao seu jeito de falar
·       Trate os sentimentos com respeito
·       Aprenda a lidar com a raiva
·       Escolha um bom momento para “conversar para resolver”
·       Busque soluções justas para os conflitos
·       Encontre soluções criativas para os problemas
·       Respeite as diferenças
·       Aprenda a lidar com a “pressão da turma”
·       Arrisque-se a fazer diferente
 
 

Sugestões de atividades:
Fazer desenhos que representem um mundo sem violência


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

Dia dos Pais

Origem do dia dos Pais
Vocês sabem quando passou-se a comemorar o dia dos Pais?
A origem do dia dos pais se dá a 4000 anos na Babilônia onde um jovem chamado Elmesu fez um cartão de argila desejando toda sorte, saúde e vida longa ao seu pai.
Mas só em 1909 nos Estados Unidos que foi institucionalizada. Sonora Louise quis homenagear seu pai que criou com muito amor e dedicação os filhos sem a presença da mãe que morreu no parto. Lá é comemorado no terceiro domingo de junho. Aqui no Brasil, comemoramos no segundo domingo de Agosto.

 


mãe do dia dos pais
 
 
MISSÃO DOS PAIS
“Pode-se considerar como missão a paternidade?
É, sem contestação possível, uma verdadeira missão. É ao mesmo tempo grandíssimo dever e que envolve, mais do que o pensa o homem, a sua responsabilidade quanto ao
futuro.
São iguais perante Deus o homem e a mulher e têm os mesmos direitos?
Não outorgou Deus a ambos a inteligência do bem e do mal e a
faculdade de progredir. . .” (Allan  Kardec, O livro dos espíritos, 76.ed., ritos, perg.582, 817).
 

 Veja o vídeo que mostra um texto muito importante para os pais...
 
 
O quanto um pai pode amar um filho? Com esse vídeo podemos ter uma ideia:
 
 


 
Sugestão de atividades para as crianças:

História de formiga

Depois de um pequeno recesso, nada melhor do que um desenho bem instrutivo para as crianças retomarem ás aulinhas de evangelização.
Como sugestão de trabalho, segue o seguinte desenho:

                                Smilingüido  em  história  de  formiga.

"Sinopse:Smilingüido e sua turma apresentam 6 histórias incríveis que vão levar você ao mundo das Formigamigas! Cada história explora a personalidade de um personagem. Nos ensina como conhecer a Deus, perdoar, valorizar a amizade, falar a verdade, tomar cuidado com o desconhecido e preservar a natureza. Diverta-se com eles nestas aventuras!! Aventura na Floresta -- Faniquita e os amigos vão explorar a floresta e ela se perde. E agora? O que fazer? Bondosa -- Uma voz suave e promessas atraentes colocam Smilingüido e Piriá face-a-face com o perigo. Será que eles podem confiar em tanta bondade aparente? A Beijoqueira -- Fani consegue convencer todos os seus amigos a fazer suas vontades. Depois de um tempo, descobrem seu esquema. Lição de Mestre -- Mestre Formisã tem a admiração e respeito das formiguinhas. O que é preciso para aprender coisas realmente grandes? Humildade. O Melhor Presente -- O aniversário do Piriá reserva muitas surpresas para ele e a turminha. Eles aprendem o real sentido de compartilhar. A Coisa -- Algo estranho está acontecendo com Forfo. Os amigos temem que seja perigoso ficar perto dele. Isso vai prejudicar a união dessa turma"
Atividade:
Comentar com as crianças o que aprendemos com o desenho e ilustrar as histórias.
Pode também, se preferir, pintar as ilustrações do próprio Smilinguido, no site:



Parabola do semeador

Contar a seguinte história:
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PARÁBOLA DO SEMEADOR


(Mateus, capítulo 13º, versículos 1 a 9, e 18, a 23)

      

       Um semeador, como fazia todos os dias, saiu de casa e se dirigiu ao seu campo para nele semear os grãos de trigo que possuía, honrando a Deus com seu trabalho honesto.

       Começou a semeadura. Enquanto lançava as sementes ao campo, algumas caíram no caminho, na pequena estrada que ficava no meio da seara. Você sabe que os passarinhos costumam acompanhár os semeadores ao campo, para comer as sementes que caem ao chão? Pois, isso aconteceu em nossa histó­ria. Alguns grãos caíram à beira da estrada, e os passarinhos, rápidos, desceram e os comeram.

       O semeador, porém, continuou semeando. Outras sementes caíram num lugar pedregoso. Havia ali muitas pedras e pouca terra. As sementes nasceram logo naquele solo, que não era profundo. O trigo cresceu depressa, mas, vindo o sol forte, foi quei­mado; e como suas raízes não cresceram por causa das pedras, murchou e morreu.

       Outros grãos caíram num pedaço do campo onde havia muitos espinheiros. Quando o trigo cresceu, foi sufocado pelos espinhos e também morreu.

       Uma última parte das sementes caiu numa terra boa e preparada, longe dos pedregulhos e das sarças.

       E o trigo ali semeado deu uma colheita farta. Cada grão produziu outros cem, outros sessenta ou outros trinta...

 

*

 

       O próprio Jesus explicou a Seus discípulos a Pa­rábola do Semeador.

       As nossas almas, filhinho, são comparáveis aos quatro terrenos da história: “o terreno do caminho”, “o solo cheio de pedras”, “a terra cheia de espinhei­ros e “o terreno lavrado e bom

Jesus é o Divino Semeador. A semente é a Sua Palavra de bondade e de sabedoria. E os diversos terrenos são os nossos corações, os nossos Espíritos, onde Ele semeia Seus ensinamentos, cheio de bon­dade para conosco.

E como procedemos para com Jesus? Como res­pondemos à Sua bondade? O modo como damos res­posta ao amor cuidadoso do Divino Mestre é que nos classifica espiritualmente, isto é, mostra que espécie de terreno existe em nossa alma. Cada coração hu­mano é uma espécie de terra, um dos quatro solos da parábola.

Vejamos, então, filhinho:

Quando alguém ouve a palavra do Evangelho e não procura compreendê-la, nem lhe dá valor, apare­cem as forças do mal (os Espíritos maldosos, desen­carnados ou encarnados) e arrebatam o que foi se­meado no seu coração, tais como os passarinhos co­meram as sementes... E sabe de que modo? Fazendo com que a alma esqueça o que ouviu, dando outros pensamentos à pessoa, fazendo com que ela se desin­teresse das coisas espirituais. E a alma fica indi­ferente aos ensinamentos divinos. O coração dessa pessoa é semelhante ao “terreno do caminho”, onde a semente não chegou a penetrar. Um exemplo desse terreno é a criança que não presta atenção às aulas de Evangelho, ficando distraida durante as explica­ções. Ou ainda, a criança que não gosta de ler os livrinhos que ensinam o caminho de Jesus...

E o segundo terreno, o pedregoso?

Esse terreno é a imagem da pessoa que recebe os ensinos de Jesus com muita alegria. São exemplos as pessoas entusiasmadas com o serviço cristão, ou as crianças animadas nas escolas de Evangelho, mas cuja animação dura pouco. Quando surgem as zom­barias, as perseguições ou os sofrimentos, a alma, que é inconstante, abandona o caminho do Evan­gelho. Um exemplo para você, filhinho: uma criança está freqüentando as aulas de Moral Cristã numa Escola Espírita. Está aprendendo os mandamentos divinos, os ensinos de Cristo, o caminho do bem, da pureza, da honestidade. Está muito contente com o que está estudando. Sente-se animada e feliz. Um dia, aparece um colega do colégio ou da vizinhança, dizendo que o “Espiritismo é obra do demônio”, que “os que freqüentam aulas de Evangelho nas escolas Espíritas ficam loucos e vão para o inferno”. E zom­ba dele sempre que o encontra e lhe põe apelidos humilhantes. O nosso amiguinho não tem ainda fir­meza de fé. Tem medo das zombarias dos colegas e dos vizinhos, que dizem que “somente sua religião éverdadeira” e lhe mandam “receber Espíritos na rua”. Amedrontado pela perseguição e pelos mote­jos, o nosso irmãozinho deixa a Escola de Evange­lho, onde estava começando a compreender a beleza do ensino de Jesus e as bênçãos do Espiritismo Cristão. Esse menino tinha o coração semelhante ao “terreno cheio de pedras”, onde a planta da verdade não pôde crescer e frutificar.

       O terceiro solo é a “terra cheia de espinheiros “. É o caso das pessoas que recebem a palavra do Evan­gelho, mas, depois abandonam o caminho cristão por causa das grandezas falsas do mundo e da sedu­ção das riquezas. Ouviram o Evangelho, mas se inte­ressaram mais pelos negócios, pelos lucros, pelas vaidades da vida, pelo cuidado exclusivo das coisas da terra. Há também, no mundo das crianças, exem­plos desse terreno. São as crianças que conheceram, às vezes desde pequeninas, os ensinos de Jesus, mas, depois de crescidas, preferiram os maus companhei­ros, as crianças sem Deus, e passaram a interessar­-se somente pelos problemas de dinheiro ou de mo­das, pelos ídolos do cinema ou do futebol. Não querem mais nem Jesus, nem lições de Evangelho. Só pensam em automóveis de luxo, sonham com caminhões, imaginam-se ricos “quando crescerem”... A princípio, sabiam repartir com os pobres o seu di­nheirinho, porém, agora só pensam em juntá-lo: a cari­dade morreu nos seus corações. O mundo, com suas riquezas falsas (que terminam com a morte), seduziu suas almas e sufocou a plantinha de Deus em seus espíritos. Trocaram Jesus pelos sonhos e ambições de carros de luxo, de figurinos, de roupas elegantes, de campos de esporte, de concursos de beleza, de grandezas sociais... A plantinha de Deus foi sufoca­da pelos espinhos do egoísmo e das ilusões da vida material. E morreu...

       O quarto terreno, “a terra lavrada e boa, é o símbolo do coração que escuta o Evangelho, pro­curando compreendê-lo e praticá-lo na vida. E a alma que estuda a palavra do Senhor, percebendo que está neste mundo para aprender a Verdade e o Bem. E, assim, dá frutos de bondade e eleva-se para Deus. Abandona seus vícios e maus hábitos, dedicando-se à prática das virtudes, guardando a fé no coração, socorrendo carinhosamente os necessitados e sofredores e buscando os conselhos de Deus no Evangelho de Cristo.

       O coração de uma criança verdadeiramente cris­tã é o bom terreno da parábola: cada semente de Jesus se transforma em trinta, sessenta ou cem bên­çãos de bondade, de fé e de auxílio ao próximo. O coração dessa criança deseja conhecer sempre mais e melhor os ensinos cristãos. E se esforça sinceramen­te para fazer a Vontade Divina: amar e perdoar, crer e ajudar, aprender e servir.
       Filhinho, aí está a Parábola do Semeador. Me­dite nela. Que você, guardando a humildade de cora­ção, se esforce para ser, se ainda não o é, o bom terreno, que recebe os grãos de luz do Divino Semea­dor e dá muitos frutos de sabedoria e bondade"
(Do livro Histórias que Jesus contou - Clóvis Tavares)
 

Depois de contar a história e explica-la, pedir para as crianças ilustrarem.

Parábola do credor sem compaixão

Contar a seguinte história, baseada na parábola que Jesus contou, mas com linguagem dedicada as crianças:
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A PARÁBOLA DO CREDOR INCOMPASSIVO


(Mateus, capítulo 18º, versículos 23 a 35)

 

Há muito tempo e muito longe daqui, havia um rei que governava um grande e rico país.

Esse rei tinha muitos ministros que se conside­ravam seus servos, tão grande era o poder de seu grande chefe.

Cada ministro exercia uma tarefa e uma função determinada no governo daquele país.

 
Um dia, o rei chamou os seus servidores (que eram os tesoureiros e oficiais de sua corte) para fazer contas com ele. Todos teriam que prestar contas ao monarca. Alguns haviam feito empréstimos e era chegada a hora de pagar suas dívidas ao rei.

Chegou, primeiramente, um importante servidor, que era uma espécie de tesoureiro do reino. Feito o balanço, foi verificado que ele devia ao rei a grande quantia de dez mil talentos. (O talento era uma moe­da antiga que valia mais ou menos vinte mil cru­zeiros). A dívida total do ministro era, pois, de DU­ZENTOS MILHÕES DE CRUZEIROS, que ele ha­via retirado do tesouro real para suas despesas extra­vagantes de homem pródigo.
                                                                  
Esse oficial gastara no jogo e no luxo essa quan­tia fabulosa e agora não tinha possibilidade de pa­gar sua dívida ao rei.

Naquele tempo, as leis dos países orientais orde­navam que fosse vendido, juntamente com sua espo­sa, seus filhos e seus bens, aquele que não pudesse pagar suas dívidas ou restituir seus roubos. Foi o que o rei fez, O seu ministro não tinha com que pagar o débito, O rei, então, ordenou que ele, sua esposa e seus filhos fossem vendidos para pagamento da dívida.

Ouvindo o julgamento do rei, o grande servidor ajoelhou-se diante dele e suplicou-lhe, entre lágrimas e lamentações:

Senhor, tem piedade, tem paciência comigo. Eu trabalharei e te pagarei tudo.

O  soberano encheu-se de compaixão por aquele infeliz homem, que gastara loucamente seu dinheiro e agora estava reduzido à miséria. E perdoou-lhe a dívida.

O  tesoureiro saiu do palácio real com o-coração aliviado pelo perdão de seu senhor. Era agora um pobre, estava reduzido à miséria, mas, estava em liberdade e sentia-se feliz: tinha sua mulher, seus filhos e sua casa. Haveria de trabalhar para viver, trabalharia muito — pensou...

Não muito longe do palácio, encontrou, no en­tanto, um pobre servidor do rei, a quem, há muito tempo, ele emprestara a pequena quantia de cem denários, que em nossa moeda correspondem a cer­ca de TREZENTOS CRUZEIROS.

O  tesoureiro do rei estava na miséria... E ali estava, a poucos passos dele, alguém que lhe devia algum dinheiro...

Esquecendo-se do perdão do bondoso rei, que ti­vera compaixão dele, o tesoureiro avançou para o pobre homem e, segurando-o pela garganta, sem a menor piedade, foi-lhe gritando:

Paga o que me deves... Paga-me os cem dená­rios, já, sem demora...

E, cruelmente, sufocava o pobre servidor do pa­lácio. Este conseguiu ajoelhar-se diante do tesoureiro e, chorando, sem forças, suplicou:

Senhor, tem piedade, tem paciência comigo. Eu trabalharei e te pagarei tudo.

Mas, o tesoureiro era um homem duro de cora­ção e não atendeu ao pobre devedor. Esqueceu-se de que, momentos antes, ele estava na mesma situação, com uma dívida imensamente maior e fora perdoado pelo rei... Mandou prender o infeliz companheiro até que lhe pagasse a dívida.

Aconteceu, porém, uma coisa que o tesoureiro não esperava. Alguns oficiais da corte, que assis­tiram à cena do perdão do soberano, passavam pela rua justamente no momento em que o tesoureiro apertava a garganta do seu pobre devedor e este lhe suplicava inutilmente misericórdia.

Os oficiais ficaram profundamente tristes quan­do viram o pobre devedor ser levado para a prisão, por uma dívida tão pequena, por ordem de quem havia sido perdoado por uma dívida tão grande. E, imediatamente, voltaram à presença de Sua Majes­tade para contar-lhe tudo que viram e ouviram.

Então, o rei mandou que seus soldados fossem buscar o tesoureiro. Quando este chegou diante do trono, muito amedrontado e acovardado, o rei lhe disse:

— Servo malvado, eu perdoei a tua dívida porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, ter com­paixão de teu devedor como eu tive de ti? Mas, como és maldoso e não tiveste misericórdia de teu próximo, não mereces a liberdade. Irás para a prisão até paga­res tudo que me deves".

Depois de contada a história seguir explicando o que Jesus quis ensinar. Segue sugestão de explicação do mesmo livro:


"Termina Jesus a Parábola dizendo, numa adver­tência que não se deve esquecer: “Assim vos fará também meu Pai Celestial, se do coração não per­doardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas

Entendeu, querida criança, a Parábola do Cre­dor Incompassivo?

O rei representa Deus, que é o Rei do Universo. Ele nos tem perdoado uma dívida imensa. Nossa presença na Terra (nossa atual encarnação) signi­fica um aspecto do imenso perdão de Deus para co­nosco. Imensa era nossa dívida para com Deus (tal como a do tesoureiro), dívida representada pelas nossas muitas culpas e pecados através de muitas encarnações. Deus nos oferece, agora, o Seu Perdão através de nova oportunidade, nesta atual existên­cia, para nos corrigirmos e buscarmos a perfeição de nossos espíritos. Não se esqueça disso, filhinho.

       Lembremo-nos sempre do Perdão Divino, sobre­tudo quando formos ofendidos por alguém. Por maior que seja a ofensa que alguém nos faça (calúnia, per­seguição, intriga, brutalidade, etc.), lembremo-nos de que muito mais temos ofendido a Lei Divina com as nossas rebeldias, nesta vida atual e em nossas exis­tências passadas.

       Por maior que seja a maldade que alguém nos faça, saibamos perdoar-lhe essa dívida moral, recor­dando a parábola. Pensemos assim: qualquer ofen­sa, por maior que seja, não passa de cem denários (trezentos cruzeiros), se ela pudesse ser calculada em dinheiro. E pensemos também, filhinho, usando a mesma comparação, que nossa dívida para com Deus é infinitamente maior: é de dez mil talentos (DUZENTOS MILHÕES DE CRUZEIROS)!...

       Saibamos perdoar sempre, qualquer que seja a ofensa, que é sempre pequena comparada com as ofensas que temos feito à Divina Majestade de nosso Rei do Céu.
       Perdoemos sempre, querida criança, nunca es­quecendo as misericórdias de Deus. Ele sempre se­meou bênçãos auxiliadoras sobre nossos espíritos culpados, oferecendo-nos novas oportunidades de reparação e progresso. Imitemos nosso Pai do Céu e não o tesoureiro da Parábola"
(Tirado do livro: Histórias que Jesus contou - Clóvis Tavares)

Atividade:
Pedir para as crianças ilustrarem a história

Brasil, coração do mundo Pátria do Evangelho

Perguntar ás crianças se elas sabem, estão acompanhando o que está acontecendo no Brasil.
Deixar elas comentarem.
Em seguida completar: o povo brasileiro adora futebol e está tendo a oportunidade de receber em seu País um evento mundial chamado Copa das Confederações. Porém, outra coisa surge nesse ambiente: a democracia. As pessoas estão aproveitando a oportunidade em que o mundo todo está de olhos voltados para o Brasil, para reivindicarem: uma política melhor para a população onde os inocentes não paguem pelos pecadores.
Tudo isso é bonito, importante para nossa evolução. Precisamos melhorar!
Vocês sabiam que nós espíritas dizemos que o "Brasil é o coração do mundo e a Pátria do evangelho" (expressão tirada do livro de mesmo nome, psicografado por Chico Xavier, pelo espirito de Humberto de Campos)?
 
                                       http://www.luzespirita.org.br/leitura/L12.html

Jesus é o Governador do Planeta Terra. Mesmo depois de crucificado ele sempre esteve no comando do mundo. Certa vez visitou nosso planeta e ficou triste: apesar de tudo o que sofreu por nós, ainda não tínhamos aprendido a lição. O mundo continuava em guerra: pelo poder, pelo ouro e humilhando os simples.
Um dos seus anjos mensageiros falou sobre as novas terras, onde os habitantes eram índios, amavam a Natureza, espíritos novos e simples. Ele falava das terras onde depois foi chamado Brasil.
Jesus gostou da ideia. E a partir de então declarou que seria transferido para essa nova terra, a esperança do evangelho.

 A partir de então, povos de Portugal, da África e os Índios se encontraram: oportunidades de aprendizado e evolução espiritual. Nasceram também espíritos responsáveis por transmitir os ensinamento de Jesus. Enfim, foi dada uma nova chance para nosso mundo...
Então crianças, esse momento é importante para continuarmos tendo esperança em nosso país, nosso povo. Lutarmos pelo Bem. Com respeito e em Paz.
 

Não siga um caminho qualquer

O vídeo a seguir conta a história de um bom menino que foi influenciado por alguns maus meninos a fazer uma coisa errada... e se arrependeu depois.
Se ele sabia que não era certo por que fez?
Várias vezes encontramos pessoas que nos chamam para fazer algo que não é certo, só porque é "divertido" e ninguém está vendo. Por quê?
Não devemos nos influenciar por pessoas que parecem legais, "descoladas", e que fazem coisas erradas e se safam. Vamos ser corretos. Todos temos a ganhar.
 
Depois da historinha cantar a música do desenho e desenhar a história.
 
 
 

Emmanuel

Quando aprendemos sobre a vida de Chico Xavier falamos no Emmanuel, lembram? Mas quem é Emmanuel?

Emmanuel foi o mentor espiritual de Chico Xavier. Foi com ele que Chico descobriu que tinha a missão de ser médium e através dele escreveu mais de cem livros que transmitiam lições sobre o mundo espiritual e sobre fatos que aconteceram nos tempos de Jesus.

Emmanuel viveu na época de Cristo. Ele era um senador romano chamado Públio Lentulus. Casado com seu grande amor Lívia, com ela teve uma filha chamada Flávia. Sua filha tinha lepra (uma doença incurável, sem tratamento na época) e descobriu que existia na Galiléia um homem do povo, simples, pobre que espalhava lições de amor ao próximo e realizava curas. Foi ao encontro de Jesus pedindo para que a curasse. E ela se curou. Mesmo assim ele não mudou seu jeito orgulhoso e vaidoso de ser. Lívia, ao contrario, se uniu aos seguidores de Jesus e acabou morrendo como eles morriam ao serem capturados pelo império romano: devorada pelos leões.(Mais detalhes no livro Há 2000 anos - Emmanuel, psicografia de Chico Xavier)


Emmanuel reencarnou depois como escravo Nestório, que sofreu por ser cristão (Livro cinquenta anos depois - Emmanuel, psicografia Chico Xavier).


Emmanuel voltou também como Padre português Manoel da Nóbrega. Ele foi responsável por catequizar os índios de uma aldeia, lugar onde surgiu a cidade de São Paulo.

 
Em 1972 no programa Pinga Fogo Chico Xavier reafirma ser o padre Manoel da Nóbrega reencarnação de Emmanuel
 
Finalmente, recebeu a missão de acompanhar e orientar Chico Xavier. Então, se apresentou a Chico pela primeira vez, quando Chico tinha 20 anos. A partir de então realizou a tarefa de esclarecer e divulgar o espiritismo no Brasil.
Com o relato de suas vidas Emmanuel mostrou como é possível evoluirmos durante nossas vidas: De um orgulhoso senador romano, para um escravo cristão até um padre educador.
Transmitiu através dos livros psicografados por Chico lições de persistência, trabalho, estudo, fé.
Além dos livros acima citados outros títulos são considerados clássicos da literatura espírita:

 
Alma Gêmea
Alma Gêmea - poema feito por Públio Lentulus para Lívia