Vamos combater a violencia


Vamos combater a Violência

 
 
 


No mundo atual estamos diariamente diante de fatos violentos: assistindo a t.v - nos noticiários, nas ruas, no trânsito e até nas escolas! Com certeza não é esse o mundo que queremos.

Mas o que é violência?

(Deixar as crianças explicarem com suas próprias palavras e complementar)
 
 
 
 
Violência é um comportamento que causa intencionalmente dano ou intimidação moral a outra pessoa ou ser vivo. Tal comportamento pode invadir a autonomia, integridade física ou psicológica e até mesmo a vida de outro. É o uso excessivo de força, além do necessário ou esperado. O termo deriva do latim violentia (que por sua vez o amplo, é qualquer comportamento ou conjunto de deriva de vis, força, vigor); aplicação de força, vigor, contra qualquer coisa
(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre)
 
 
 
 
Por que será que existem pessoas tão violentas? (Esperar que as crianças pensem nas respostas e explicar baseado nas explicações abaixo)
 
 
 
A violência é uma das maiores chagas sociais, que se vai acumulando dentro de nós na medida em que nos afastamos da divindade. O homem perdeu o Norte de Deus, esqueceu a sua moralização, automatizou-se e hoje vê-se prisioneiro de um conjunto de normas sociais (anti-sociais) que o empurram para atitudes cada vez mais egoístas e violentas”
“Desde há dois mil anos que Jesus de Nazaré trouxe à humanidade um código de conduta que traria ao homem a felicidade. Esse código de conduta, esses ensinamentos ético-morais que Jesus deixou na Terra, são a garantia da paz, da felicidade, do bem-estar interior”
(Portal do espírito)
 
Para mais subsídios:
Acesse este link e veja as perguntas do grupo de estudo Allan Kardec aos autores espíritas Divaldo Pereira Franco e Richard Simonett.  http://grupoallankardec.blogspot.com.br/2010/10/por-que-tanta-violencia.html
 
Então crianças,como podemos combater a violência? (explique cada item)
 
·       Pratique a paz
·       Respeite as regras para viver bem em grupo
·       Seja responsável pelas suas atitudes
·       Não seja omisso (Relativo a omissão - que deixou de fazer ou dizer alguma coisa)
·       Ataque o problema não as pessoas
·       Converse para resolver
·       Comunique-se de forma clara
·       Ouça com atenção
·       Converse ao invés de acusar
·       Evite dar sermões
·       Esteja atento ao seu jeito de falar
·       Trate os sentimentos com respeito
·       Aprenda a lidar com a raiva
·       Escolha um bom momento para “conversar para resolver”
·       Busque soluções justas para os conflitos
·       Encontre soluções criativas para os problemas
·       Respeite as diferenças
·       Aprenda a lidar com a “pressão da turma”
·       Arrisque-se a fazer diferente
 
 

Sugestões de atividades:
Fazer desenhos que representem um mundo sem violência


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

Dia dos Pais

Origem do dia dos Pais
Vocês sabem quando passou-se a comemorar o dia dos Pais?
A origem do dia dos pais se dá a 4000 anos na Babilônia onde um jovem chamado Elmesu fez um cartão de argila desejando toda sorte, saúde e vida longa ao seu pai.
Mas só em 1909 nos Estados Unidos que foi institucionalizada. Sonora Louise quis homenagear seu pai que criou com muito amor e dedicação os filhos sem a presença da mãe que morreu no parto. Lá é comemorado no terceiro domingo de junho. Aqui no Brasil, comemoramos no segundo domingo de Agosto.

 


mãe do dia dos pais
 
 
MISSÃO DOS PAIS
“Pode-se considerar como missão a paternidade?
É, sem contestação possível, uma verdadeira missão. É ao mesmo tempo grandíssimo dever e que envolve, mais do que o pensa o homem, a sua responsabilidade quanto ao
futuro.
São iguais perante Deus o homem e a mulher e têm os mesmos direitos?
Não outorgou Deus a ambos a inteligência do bem e do mal e a
faculdade de progredir. . .” (Allan  Kardec, O livro dos espíritos, 76.ed., ritos, perg.582, 817).
 

 Veja o vídeo que mostra um texto muito importante para os pais...
 
 
O quanto um pai pode amar um filho? Com esse vídeo podemos ter uma ideia:
 
 


 
Sugestão de atividades para as crianças:

História de formiga

Depois de um pequeno recesso, nada melhor do que um desenho bem instrutivo para as crianças retomarem ás aulinhas de evangelização.
Como sugestão de trabalho, segue o seguinte desenho:

                                Smilingüido  em  história  de  formiga.

"Sinopse:Smilingüido e sua turma apresentam 6 histórias incríveis que vão levar você ao mundo das Formigamigas! Cada história explora a personalidade de um personagem. Nos ensina como conhecer a Deus, perdoar, valorizar a amizade, falar a verdade, tomar cuidado com o desconhecido e preservar a natureza. Diverta-se com eles nestas aventuras!! Aventura na Floresta -- Faniquita e os amigos vão explorar a floresta e ela se perde. E agora? O que fazer? Bondosa -- Uma voz suave e promessas atraentes colocam Smilingüido e Piriá face-a-face com o perigo. Será que eles podem confiar em tanta bondade aparente? A Beijoqueira -- Fani consegue convencer todos os seus amigos a fazer suas vontades. Depois de um tempo, descobrem seu esquema. Lição de Mestre -- Mestre Formisã tem a admiração e respeito das formiguinhas. O que é preciso para aprender coisas realmente grandes? Humildade. O Melhor Presente -- O aniversário do Piriá reserva muitas surpresas para ele e a turminha. Eles aprendem o real sentido de compartilhar. A Coisa -- Algo estranho está acontecendo com Forfo. Os amigos temem que seja perigoso ficar perto dele. Isso vai prejudicar a união dessa turma"
Atividade:
Comentar com as crianças o que aprendemos com o desenho e ilustrar as histórias.
Pode também, se preferir, pintar as ilustrações do próprio Smilinguido, no site:



Parabola do semeador

Contar a seguinte história:
"

PARÁBOLA DO SEMEADOR


(Mateus, capítulo 13º, versículos 1 a 9, e 18, a 23)

      

       Um semeador, como fazia todos os dias, saiu de casa e se dirigiu ao seu campo para nele semear os grãos de trigo que possuía, honrando a Deus com seu trabalho honesto.

       Começou a semeadura. Enquanto lançava as sementes ao campo, algumas caíram no caminho, na pequena estrada que ficava no meio da seara. Você sabe que os passarinhos costumam acompanhár os semeadores ao campo, para comer as sementes que caem ao chão? Pois, isso aconteceu em nossa histó­ria. Alguns grãos caíram à beira da estrada, e os passarinhos, rápidos, desceram e os comeram.

       O semeador, porém, continuou semeando. Outras sementes caíram num lugar pedregoso. Havia ali muitas pedras e pouca terra. As sementes nasceram logo naquele solo, que não era profundo. O trigo cresceu depressa, mas, vindo o sol forte, foi quei­mado; e como suas raízes não cresceram por causa das pedras, murchou e morreu.

       Outros grãos caíram num pedaço do campo onde havia muitos espinheiros. Quando o trigo cresceu, foi sufocado pelos espinhos e também morreu.

       Uma última parte das sementes caiu numa terra boa e preparada, longe dos pedregulhos e das sarças.

       E o trigo ali semeado deu uma colheita farta. Cada grão produziu outros cem, outros sessenta ou outros trinta...

 

*

 

       O próprio Jesus explicou a Seus discípulos a Pa­rábola do Semeador.

       As nossas almas, filhinho, são comparáveis aos quatro terrenos da história: “o terreno do caminho”, “o solo cheio de pedras”, “a terra cheia de espinhei­ros e “o terreno lavrado e bom

Jesus é o Divino Semeador. A semente é a Sua Palavra de bondade e de sabedoria. E os diversos terrenos são os nossos corações, os nossos Espíritos, onde Ele semeia Seus ensinamentos, cheio de bon­dade para conosco.

E como procedemos para com Jesus? Como res­pondemos à Sua bondade? O modo como damos res­posta ao amor cuidadoso do Divino Mestre é que nos classifica espiritualmente, isto é, mostra que espécie de terreno existe em nossa alma. Cada coração hu­mano é uma espécie de terra, um dos quatro solos da parábola.

Vejamos, então, filhinho:

Quando alguém ouve a palavra do Evangelho e não procura compreendê-la, nem lhe dá valor, apare­cem as forças do mal (os Espíritos maldosos, desen­carnados ou encarnados) e arrebatam o que foi se­meado no seu coração, tais como os passarinhos co­meram as sementes... E sabe de que modo? Fazendo com que a alma esqueça o que ouviu, dando outros pensamentos à pessoa, fazendo com que ela se desin­teresse das coisas espirituais. E a alma fica indi­ferente aos ensinamentos divinos. O coração dessa pessoa é semelhante ao “terreno do caminho”, onde a semente não chegou a penetrar. Um exemplo desse terreno é a criança que não presta atenção às aulas de Evangelho, ficando distraida durante as explica­ções. Ou ainda, a criança que não gosta de ler os livrinhos que ensinam o caminho de Jesus...

E o segundo terreno, o pedregoso?

Esse terreno é a imagem da pessoa que recebe os ensinos de Jesus com muita alegria. São exemplos as pessoas entusiasmadas com o serviço cristão, ou as crianças animadas nas escolas de Evangelho, mas cuja animação dura pouco. Quando surgem as zom­barias, as perseguições ou os sofrimentos, a alma, que é inconstante, abandona o caminho do Evan­gelho. Um exemplo para você, filhinho: uma criança está freqüentando as aulas de Moral Cristã numa Escola Espírita. Está aprendendo os mandamentos divinos, os ensinos de Cristo, o caminho do bem, da pureza, da honestidade. Está muito contente com o que está estudando. Sente-se animada e feliz. Um dia, aparece um colega do colégio ou da vizinhança, dizendo que o “Espiritismo é obra do demônio”, que “os que freqüentam aulas de Evangelho nas escolas Espíritas ficam loucos e vão para o inferno”. E zom­ba dele sempre que o encontra e lhe põe apelidos humilhantes. O nosso amiguinho não tem ainda fir­meza de fé. Tem medo das zombarias dos colegas e dos vizinhos, que dizem que “somente sua religião éverdadeira” e lhe mandam “receber Espíritos na rua”. Amedrontado pela perseguição e pelos mote­jos, o nosso irmãozinho deixa a Escola de Evange­lho, onde estava começando a compreender a beleza do ensino de Jesus e as bênçãos do Espiritismo Cristão. Esse menino tinha o coração semelhante ao “terreno cheio de pedras”, onde a planta da verdade não pôde crescer e frutificar.

       O terceiro solo é a “terra cheia de espinheiros “. É o caso das pessoas que recebem a palavra do Evan­gelho, mas, depois abandonam o caminho cristão por causa das grandezas falsas do mundo e da sedu­ção das riquezas. Ouviram o Evangelho, mas se inte­ressaram mais pelos negócios, pelos lucros, pelas vaidades da vida, pelo cuidado exclusivo das coisas da terra. Há também, no mundo das crianças, exem­plos desse terreno. São as crianças que conheceram, às vezes desde pequeninas, os ensinos de Jesus, mas, depois de crescidas, preferiram os maus companhei­ros, as crianças sem Deus, e passaram a interessar­-se somente pelos problemas de dinheiro ou de mo­das, pelos ídolos do cinema ou do futebol. Não querem mais nem Jesus, nem lições de Evangelho. Só pensam em automóveis de luxo, sonham com caminhões, imaginam-se ricos “quando crescerem”... A princípio, sabiam repartir com os pobres o seu di­nheirinho, porém, agora só pensam em juntá-lo: a cari­dade morreu nos seus corações. O mundo, com suas riquezas falsas (que terminam com a morte), seduziu suas almas e sufocou a plantinha de Deus em seus espíritos. Trocaram Jesus pelos sonhos e ambições de carros de luxo, de figurinos, de roupas elegantes, de campos de esporte, de concursos de beleza, de grandezas sociais... A plantinha de Deus foi sufoca­da pelos espinhos do egoísmo e das ilusões da vida material. E morreu...

       O quarto terreno, “a terra lavrada e boa, é o símbolo do coração que escuta o Evangelho, pro­curando compreendê-lo e praticá-lo na vida. E a alma que estuda a palavra do Senhor, percebendo que está neste mundo para aprender a Verdade e o Bem. E, assim, dá frutos de bondade e eleva-se para Deus. Abandona seus vícios e maus hábitos, dedicando-se à prática das virtudes, guardando a fé no coração, socorrendo carinhosamente os necessitados e sofredores e buscando os conselhos de Deus no Evangelho de Cristo.

       O coração de uma criança verdadeiramente cris­tã é o bom terreno da parábola: cada semente de Jesus se transforma em trinta, sessenta ou cem bên­çãos de bondade, de fé e de auxílio ao próximo. O coração dessa criança deseja conhecer sempre mais e melhor os ensinos cristãos. E se esforça sinceramen­te para fazer a Vontade Divina: amar e perdoar, crer e ajudar, aprender e servir.
       Filhinho, aí está a Parábola do Semeador. Me­dite nela. Que você, guardando a humildade de cora­ção, se esforce para ser, se ainda não o é, o bom terreno, que recebe os grãos de luz do Divino Semea­dor e dá muitos frutos de sabedoria e bondade"
(Do livro Histórias que Jesus contou - Clóvis Tavares)
 

Depois de contar a história e explica-la, pedir para as crianças ilustrarem.

Parábola do credor sem compaixão

Contar a seguinte história, baseada na parábola que Jesus contou, mas com linguagem dedicada as crianças:
"

A PARÁBOLA DO CREDOR INCOMPASSIVO


(Mateus, capítulo 18º, versículos 23 a 35)

 

Há muito tempo e muito longe daqui, havia um rei que governava um grande e rico país.

Esse rei tinha muitos ministros que se conside­ravam seus servos, tão grande era o poder de seu grande chefe.

Cada ministro exercia uma tarefa e uma função determinada no governo daquele país.

 
Um dia, o rei chamou os seus servidores (que eram os tesoureiros e oficiais de sua corte) para fazer contas com ele. Todos teriam que prestar contas ao monarca. Alguns haviam feito empréstimos e era chegada a hora de pagar suas dívidas ao rei.

Chegou, primeiramente, um importante servidor, que era uma espécie de tesoureiro do reino. Feito o balanço, foi verificado que ele devia ao rei a grande quantia de dez mil talentos. (O talento era uma moe­da antiga que valia mais ou menos vinte mil cru­zeiros). A dívida total do ministro era, pois, de DU­ZENTOS MILHÕES DE CRUZEIROS, que ele ha­via retirado do tesouro real para suas despesas extra­vagantes de homem pródigo.
                                                                  
Esse oficial gastara no jogo e no luxo essa quan­tia fabulosa e agora não tinha possibilidade de pa­gar sua dívida ao rei.

Naquele tempo, as leis dos países orientais orde­navam que fosse vendido, juntamente com sua espo­sa, seus filhos e seus bens, aquele que não pudesse pagar suas dívidas ou restituir seus roubos. Foi o que o rei fez, O seu ministro não tinha com que pagar o débito, O rei, então, ordenou que ele, sua esposa e seus filhos fossem vendidos para pagamento da dívida.

Ouvindo o julgamento do rei, o grande servidor ajoelhou-se diante dele e suplicou-lhe, entre lágrimas e lamentações:

Senhor, tem piedade, tem paciência comigo. Eu trabalharei e te pagarei tudo.

O  soberano encheu-se de compaixão por aquele infeliz homem, que gastara loucamente seu dinheiro e agora estava reduzido à miséria. E perdoou-lhe a dívida.

O  tesoureiro saiu do palácio real com o-coração aliviado pelo perdão de seu senhor. Era agora um pobre, estava reduzido à miséria, mas, estava em liberdade e sentia-se feliz: tinha sua mulher, seus filhos e sua casa. Haveria de trabalhar para viver, trabalharia muito — pensou...

Não muito longe do palácio, encontrou, no en­tanto, um pobre servidor do rei, a quem, há muito tempo, ele emprestara a pequena quantia de cem denários, que em nossa moeda correspondem a cer­ca de TREZENTOS CRUZEIROS.

O  tesoureiro do rei estava na miséria... E ali estava, a poucos passos dele, alguém que lhe devia algum dinheiro...

Esquecendo-se do perdão do bondoso rei, que ti­vera compaixão dele, o tesoureiro avançou para o pobre homem e, segurando-o pela garganta, sem a menor piedade, foi-lhe gritando:

Paga o que me deves... Paga-me os cem dená­rios, já, sem demora...

E, cruelmente, sufocava o pobre servidor do pa­lácio. Este conseguiu ajoelhar-se diante do tesoureiro e, chorando, sem forças, suplicou:

Senhor, tem piedade, tem paciência comigo. Eu trabalharei e te pagarei tudo.

Mas, o tesoureiro era um homem duro de cora­ção e não atendeu ao pobre devedor. Esqueceu-se de que, momentos antes, ele estava na mesma situação, com uma dívida imensamente maior e fora perdoado pelo rei... Mandou prender o infeliz companheiro até que lhe pagasse a dívida.

Aconteceu, porém, uma coisa que o tesoureiro não esperava. Alguns oficiais da corte, que assis­tiram à cena do perdão do soberano, passavam pela rua justamente no momento em que o tesoureiro apertava a garganta do seu pobre devedor e este lhe suplicava inutilmente misericórdia.

Os oficiais ficaram profundamente tristes quan­do viram o pobre devedor ser levado para a prisão, por uma dívida tão pequena, por ordem de quem havia sido perdoado por uma dívida tão grande. E, imediatamente, voltaram à presença de Sua Majes­tade para contar-lhe tudo que viram e ouviram.

Então, o rei mandou que seus soldados fossem buscar o tesoureiro. Quando este chegou diante do trono, muito amedrontado e acovardado, o rei lhe disse:

— Servo malvado, eu perdoei a tua dívida porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, ter com­paixão de teu devedor como eu tive de ti? Mas, como és maldoso e não tiveste misericórdia de teu próximo, não mereces a liberdade. Irás para a prisão até paga­res tudo que me deves".

Depois de contada a história seguir explicando o que Jesus quis ensinar. Segue sugestão de explicação do mesmo livro:


"Termina Jesus a Parábola dizendo, numa adver­tência que não se deve esquecer: “Assim vos fará também meu Pai Celestial, se do coração não per­doardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas

Entendeu, querida criança, a Parábola do Cre­dor Incompassivo?

O rei representa Deus, que é o Rei do Universo. Ele nos tem perdoado uma dívida imensa. Nossa presença na Terra (nossa atual encarnação) signi­fica um aspecto do imenso perdão de Deus para co­nosco. Imensa era nossa dívida para com Deus (tal como a do tesoureiro), dívida representada pelas nossas muitas culpas e pecados através de muitas encarnações. Deus nos oferece, agora, o Seu Perdão através de nova oportunidade, nesta atual existên­cia, para nos corrigirmos e buscarmos a perfeição de nossos espíritos. Não se esqueça disso, filhinho.

       Lembremo-nos sempre do Perdão Divino, sobre­tudo quando formos ofendidos por alguém. Por maior que seja a ofensa que alguém nos faça (calúnia, per­seguição, intriga, brutalidade, etc.), lembremo-nos de que muito mais temos ofendido a Lei Divina com as nossas rebeldias, nesta vida atual e em nossas exis­tências passadas.

       Por maior que seja a maldade que alguém nos faça, saibamos perdoar-lhe essa dívida moral, recor­dando a parábola. Pensemos assim: qualquer ofen­sa, por maior que seja, não passa de cem denários (trezentos cruzeiros), se ela pudesse ser calculada em dinheiro. E pensemos também, filhinho, usando a mesma comparação, que nossa dívida para com Deus é infinitamente maior: é de dez mil talentos (DUZENTOS MILHÕES DE CRUZEIROS)!...

       Saibamos perdoar sempre, qualquer que seja a ofensa, que é sempre pequena comparada com as ofensas que temos feito à Divina Majestade de nosso Rei do Céu.
       Perdoemos sempre, querida criança, nunca es­quecendo as misericórdias de Deus. Ele sempre se­meou bênçãos auxiliadoras sobre nossos espíritos culpados, oferecendo-nos novas oportunidades de reparação e progresso. Imitemos nosso Pai do Céu e não o tesoureiro da Parábola"
(Tirado do livro: Histórias que Jesus contou - Clóvis Tavares)

Atividade:
Pedir para as crianças ilustrarem a história

Brasil, coração do mundo Pátria do Evangelho

Perguntar ás crianças se elas sabem, estão acompanhando o que está acontecendo no Brasil.
Deixar elas comentarem.
Em seguida completar: o povo brasileiro adora futebol e está tendo a oportunidade de receber em seu País um evento mundial chamado Copa das Confederações. Porém, outra coisa surge nesse ambiente: a democracia. As pessoas estão aproveitando a oportunidade em que o mundo todo está de olhos voltados para o Brasil, para reivindicarem: uma política melhor para a população onde os inocentes não paguem pelos pecadores.
Tudo isso é bonito, importante para nossa evolução. Precisamos melhorar!
Vocês sabiam que nós espíritas dizemos que o "Brasil é o coração do mundo e a Pátria do evangelho" (expressão tirada do livro de mesmo nome, psicografado por Chico Xavier, pelo espirito de Humberto de Campos)?
 
                                       http://www.luzespirita.org.br/leitura/L12.html

Jesus é o Governador do Planeta Terra. Mesmo depois de crucificado ele sempre esteve no comando do mundo. Certa vez visitou nosso planeta e ficou triste: apesar de tudo o que sofreu por nós, ainda não tínhamos aprendido a lição. O mundo continuava em guerra: pelo poder, pelo ouro e humilhando os simples.
Um dos seus anjos mensageiros falou sobre as novas terras, onde os habitantes eram índios, amavam a Natureza, espíritos novos e simples. Ele falava das terras onde depois foi chamado Brasil.
Jesus gostou da ideia. E a partir de então declarou que seria transferido para essa nova terra, a esperança do evangelho.

 A partir de então, povos de Portugal, da África e os Índios se encontraram: oportunidades de aprendizado e evolução espiritual. Nasceram também espíritos responsáveis por transmitir os ensinamento de Jesus. Enfim, foi dada uma nova chance para nosso mundo...
Então crianças, esse momento é importante para continuarmos tendo esperança em nosso país, nosso povo. Lutarmos pelo Bem. Com respeito e em Paz.
 

Não siga um caminho qualquer

O vídeo a seguir conta a história de um bom menino que foi influenciado por alguns maus meninos a fazer uma coisa errada... e se arrependeu depois.
Se ele sabia que não era certo por que fez?
Várias vezes encontramos pessoas que nos chamam para fazer algo que não é certo, só porque é "divertido" e ninguém está vendo. Por quê?
Não devemos nos influenciar por pessoas que parecem legais, "descoladas", e que fazem coisas erradas e se safam. Vamos ser corretos. Todos temos a ganhar.
 
Depois da historinha cantar a música do desenho e desenhar a história.
 
 
 

Emmanuel

Quando aprendemos sobre a vida de Chico Xavier falamos no Emmanuel, lembram? Mas quem é Emmanuel?

Emmanuel foi o mentor espiritual de Chico Xavier. Foi com ele que Chico descobriu que tinha a missão de ser médium e através dele escreveu mais de cem livros que transmitiam lições sobre o mundo espiritual e sobre fatos que aconteceram nos tempos de Jesus.

Emmanuel viveu na época de Cristo. Ele era um senador romano chamado Públio Lentulus. Casado com seu grande amor Lívia, com ela teve uma filha chamada Flávia. Sua filha tinha lepra (uma doença incurável, sem tratamento na época) e descobriu que existia na Galiléia um homem do povo, simples, pobre que espalhava lições de amor ao próximo e realizava curas. Foi ao encontro de Jesus pedindo para que a curasse. E ela se curou. Mesmo assim ele não mudou seu jeito orgulhoso e vaidoso de ser. Lívia, ao contrario, se uniu aos seguidores de Jesus e acabou morrendo como eles morriam ao serem capturados pelo império romano: devorada pelos leões.(Mais detalhes no livro Há 2000 anos - Emmanuel, psicografia de Chico Xavier)


Emmanuel reencarnou depois como escravo Nestório, que sofreu por ser cristão (Livro cinquenta anos depois - Emmanuel, psicografia Chico Xavier).


Emmanuel voltou também como Padre português Manoel da Nóbrega. Ele foi responsável por catequizar os índios de uma aldeia, lugar onde surgiu a cidade de São Paulo.

 
Em 1972 no programa Pinga Fogo Chico Xavier reafirma ser o padre Manoel da Nóbrega reencarnação de Emmanuel
 
Finalmente, recebeu a missão de acompanhar e orientar Chico Xavier. Então, se apresentou a Chico pela primeira vez, quando Chico tinha 20 anos. A partir de então realizou a tarefa de esclarecer e divulgar o espiritismo no Brasil.
Com o relato de suas vidas Emmanuel mostrou como é possível evoluirmos durante nossas vidas: De um orgulhoso senador romano, para um escravo cristão até um padre educador.
Transmitiu através dos livros psicografados por Chico lições de persistência, trabalho, estudo, fé.
Além dos livros acima citados outros títulos são considerados clássicos da literatura espírita:

 
Alma Gêmea
Alma Gêmea - poema feito por Públio Lentulus para Lívia
 
 
 

 

Chico Xavier

Perguntar ás crianças:
Quem já ouviu falar de Chico Xavier?
Vocês sabem que foi ele?
Sabiam que ele foi eleito o Maior Brasileiro de Todos os tempos? Sabem porquê?
O que será que ele fez que conquistou o carisma de tantos brasileiros?

Bem, Chico foi um homem muito amado. Até hoje, mesmo depois de 11 anos de sua morte, ele é lembrado com carinho e respeito por todos que conhecem sua história. Por ter sido exemplo de humildade, bondade e simplicidade além de ser responsável por ajudar na divulgação do espiritismo.


Chico (Francisco Cândido Xavier), nasceu em Pedro Leopoldo MG em 1910. Família pobre, filho de João Cândido Xavier e Dona Maria João de Deus, irmão de oito. Com cinco anos perdera a mãe, devido a falta de condições financeiras, seu pai tomou uma decisão muito difícil: distribuiu todos os filhos entre amigos e parentes. Chico ficou sob os cuidados da madrinha Rita de Cássia.

Sofreu muito nas mãos da madrinha. Ela era muito descontrolada emocionalmente e perturbada espiritualmente. Nessa época, Chico já via e conversava com espíritos. Sua madrinha o xingava de  doido, que fazia parte com demônio. Se não bastasse, o torturava: enfiava o garfo na barriga do menino! Chico chorava muito, ia chorar debaixo de uma árvore, no quintal de casa.

Certo dia, depois de sofrer mais uma tortura de D. Rita, lembrou-se da prece Pai Nosso que sua mãe lhe ensinara quando viva, e começou a rezar. Nesse momento, sua mãe apareceu a ele. A partir daí, Chico encontrava consolo nas palavras e no carinho que sua mãe lhe dava. Sempre lhe dava conselhos como: " você precisa ser forte Chico", "paciência com sua Madrinha", "tem que resistir".
Letícia Sabatella é Maria mãe de Chico (Matheus Costa) no filme Chico Xavier dirigido por Daniel Filho

Sua mãe lhe prometia que havia pedido a Jesus que mandasse um anjo para ajudá-lo. Logo, logo o sofrimento dele abrandaria.
Pouco tempo depois o pai de Chico, conhecera uma moça muito boa, com quem resolvera se casar. Ela aceitou desde que ele reunisse todos os filhos de volta.
Quando ele a apresentou aos filhos, Chico a abraçou muito forte, recebendo em troca muito carinho. Ela perguntou ao Chico se ele sabia que era ela. Ele respondeu: "você é o anjo que minha mãe enviou!" Chico encontrou em Dona Cidália, uma substitua a altura de sua mãe.

Chico continuou desenvolvendo sua mediunidade. Já rapaz, viu pela primeira vez seu Mentor espiritual Emmanuel. Ele o orientou a ser sempre disciplinado para ser um bom médium. Chico se tornou um médium psicógrafo. Através dele, espíritos desencarnados mandavam sua mensagens aos seu familiares. Depois essas mensagens eram reunidas em livros.


Chico era um homem simples, de alma nobre, que fazia tudo pelos que lhe procuravam. Tudo mesmo! Sua casa vivia lotada de pessoas que o procuravam para buscarem alimento pro corpo e pra alma. Muitas família foram ajudadas por Chico. Mas ele não considerava que fazia grande coisa. Ele mesmo de apelidara de "Cisco" de Assis!

 
Chico tinha um único desejo - queria desencarnar num dia onde o povo estivesse em festa. Seu desejo fora atendido: no dia 30 junho 2002 - dia em que a seleção brasileira de futebol se tornou penta campeã, morre Chico Xavier de ataque cardíaco.
Chico jamais será esquecido. Sua lição de caridade, de amor ao próximo estará guardado para sempre nos seus livros e nas suas boas ações.
 
Sugestões de atividades:
Imprimir e dar para as crianças lerem a história de Chico em quadrinho.






 
Pedir para as crianças ilustrarem a cena que mais gostaram ou acharam interessante da vida de Chico.
 
 
 



 

Anjo da Guarda

Quando vocês ficam tristes, ou com problemas a quem vocês recorrem?
mãe, pai, Jesus, Deus...
Mais alguém?
Não nos esqueçamos de alguém que está bem próximo de nós, durante todos os dias desde quando nascemos...
O Anjo da guarda!

Anjos existem mesmo?

Bom crianças, em várias estórias desde a antiguidade os anjos são citados. Anjo (do latim Angelus e do grego Angelo) significa Mensageiro. De acordo com as Escrituras Sagradas são criaturas espirituais ajudantes de Deus. São lembrados em várias religiões, com nomes diferentes.



Mas será que todos temos anjos da guarda?

Segundo o Espiritismo, anjos da guarda são espíritos muito evoluídos, iluminados que, com tamanha bondade, aceitam a missão de virem á Terra e nos acompanhar  no nosso caminho evolutivo desde o nascimento até o desencarne.
Como um irmão mais velho que aceita a responsabilidade dada pelo pai de acompanhar de perto e ajudar um irmãozinho mais novo aprendendo a caminhar. Ou como um professor, que nos ajuda a aprender.
Está sempre disposto a ajudar e também é chamado de espírito protetor, mentor espiritual.



Com asas e auréolas?
Os anjos não tem asas, pois não precisam delas - podem transportar-se por toda forma  como espíritos. Mas, os espíritos evoluídos quando precisaram se fazer visível para alguém , lhe apresentavam na forma que mais agradace a quem fosse visível.
Como são muito evoluídos possivelmente poderão ter uma luminosidade em todo do seu corpo.

Quando ele nos ajuda?
Quando estamos em perigo, tristes, em dúvida.
Devemos sempre agradecer todos os dias aos anjos da guarda por estarem sempre conosco, nos auxiliando e pedir que continuem do nosso lado nos protegendo e guiando.


Façamos isso em preces que não precisam ser decoradas, mas o mais importante é que sejam feitas do coração.
Querem ver algumas preces para os anjos e se inspirarem?





Atividade:

Recortar um molde de criança em cartolina ou papel cartão. Com giz de cera amarelo pintar ao redor do molde  como se fizesse uma aura (pode usar giz de cera branco se o papel fôr colorido). Colar próximo o molde da criança. Resultado final: Ficará pintado o espirito protetor, ao lado da criança.